Jun 19
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Detenções foram feitas com base na lei vigente PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Notícias
Escrito por Kamba de Almeida   
Sábado, 10 Setembro 2011 21:27

Detenções foram feitas com base na lei vigente

O ministro do Interior, Sebastião Martins, afirmou ontem, em Viana, que a Polícia Nacional agiu com base na lei, durante a manifestação ocorrida no último sábado, no Largo da Independência, em Luanda, em que foram detidos e encaminhados para julgamento alguns participantes.
Sebastião Martins, que falava à imprensa durante a inauguração de uma nave anexa ao Estabelecimento Prisional de Viana, esclareceu que a acção da Polícia visou repor a ordem e tranquilidade públicas.
O ministro do Interior admitiu que a manifestação foi autorizada, mas sublinhou que a mesma tinha de ser realizada entre as 13 horas e a meia-noite daquele dia, requisito não respeitado pelos organizadores.
Segundo o ministro, os manifestantes desrespeitaram as regras de civismo e de comportamento aceitáveis numa sociedade que se quer tranquila e onde os princípios morais e o respeito devem prevalecer.
“Os manifestantes, ao marcharem do (antigo largo) Primeiro de Maio, na tentativa de seguirem até ao Palácio (Presidencial), criaram embaraços na rua, usaram palavras ofensivas à dignidade das pessoas e amolgaram viaturas, situação que criou desordem pública e alterou o sentido da marcha”, disse.
Sebastião Martins lembrou que Angola é um país onde as normas e princípios constitucionais são respeitados. “A Polícia não actuou com tanta violência como parece, porque de noite até já estavam casais a tirar fotografias (no referido largo)”, afirmou.
Segundo o ministro, as forças da ordem cumpriram com o seu papel, apresentando os detidos ao Ministério Público. “Cabe agora ao tribunal definir se a actuação da Polícia foi ou não boa”, acrescentou, lembrando que o papel da corporação é proteger a população e fazer com que os cidadãos se sintam em paz e segurança.
Sebastião Martins disse que tem assistido a algumas referências sobre a actuação da Polícia e lamentou o facto de não se estar a divulgar o incómodo que a manifestação causou a terceiros, assim como a “grande simpatia” que a maior parte dos cidadãos das proximidades do Largo da Independência demonstrou à corporação, devido à sua intervenção. “Eles (os cidadãos) sentiam-se ameaçados”, frisou.
Há democracia em Angola
O governante assegurou que o Ministério do Interior vai continuar a tomar medidas que evitem a criação de condições que estiveram na base dos motins ocorridos em Londres, Grécia e outras paragens. O ministro do Interior refutou aqueles que dizem não haver democracia em Angola. Aliás, sublinhou, se não houvesse democracia em Angola, manifestações como a ocorrida no dia 3 deste mês nem sequer teriam lugar.
“Se Angola fosse um Estado onde houvesse um défice acentuado de democracia, como se costuma dizer, aquelas manifestações não seriam possíveis. A manifestação é prova da vitalidade da democracia”, disse Sebastião Martins, para quem é preciso entender que “a democracia tem regras e princípios”.
“Que haja manifestação, mas respeitando os outros milhões que não se revêem nela”, apelou o ministro, que lembrou a máxima segundo a qual “os nossos direitos terminam onde começam os dos outros”. Sebastião Martins admitiu que haja alguma frustração por parte da juventude, mas realçou que “há um grande esforço do Executivo” no sentido de resolver os principais problemas que afligem a população. Para o ministro, o momento oportuno e soberano para manifestar agrado ou desagrado à governação é durante as eleições, que estão previstas para o próximo ano.
 

 
«Manifestações são naturais» - José Marcos Barrica PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Notícias
Escrito por Kamba de Almeida   
Sábado, 10 Setembro 2011 21:23

«Manifestações são naturais» - José Marcos Barrica

José Marcos Barrica, embaixador de Angola em Lisboa, frisou hoje que «as manifestações são naturais», embora considere que se esteja a exagerar na dimensão dos incidentes das manifestações do passado sábado e de ontem, das quais resultaram cerca de duas dezenas de detidos.
O diplomata considera que não há comparação com outros protestos em países no norte de África, uma vez que Angola «não tem uma ditadura».
No que concerne às detenções, o embaixador refere que a as detenções de manifestantes resultam de alguns excessos da população, mas realça que a situação está a ser «empolada».
«Numa sociedade democrática as pessoas manifestam-se. O direito à manifestação está consagrado na lei angolana. Naturalmente, toda a manifestação tem os seus limites, e a liberdade também tem as suas limitações», disse ainda José Marcos Barrica.
Lusa

 
Portugueses perdem juízo» Jornal de Angola PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Notícias
Escrito por Kamba de Almeida   
Sábado, 10 Setembro 2011 21:19

Os órgãos de comunicação social portugueses, salvo raras excepções, em vez de reflectirem a realidade portuguesa e europeia, andam entretidos a intrometer-se na política angolana.
Os mentores desses exercícios de colonialismo retardado têm a mesma origem de sempre mas deixam de fora o rabo de quem lhes paga os disparates sem sentido.
O jornal “Diário de Notícias”, que quando era feito por jornalistas chegou a tirar 120 mil exemplares e hoje
é um boletim ao serviço de quem dá mais, diz que o presidente José Eduardo dos Santos está no poder há 32 anos, sendo altura de sair. Se um jornal angolano escrevesse um editorial a sugerir que o presidente Cavaco Silva não se candidatasse ao segundo mandato porque foi dez anos Primeiro-Ministro e fez mais cinco na Presidência, o alarido em Lisboa era tal que até a Ponte 25 de Abril vinha abaixo, como já caiu fragorosamente a revolução dos capitães.
Se em Angola algum órgão de informação ousasse escrever que Alberto João Jardim não deve concorrer a um novo mandato de presidente do Governo Regional da Madeira, o alarido em Lisboa era tal que o edifício da Caixa Geral de Depósitos ruía, como está em ruinas o sistema financeiro europeu e a Zona Euro ameaça derrocada.
O Presidente José Eduardo dos Santos não governa há 32 anos. Ele é o líder de um povo que teve de enfrentar de armas na mão a invasão de exércitos estrangeiros e os seus aliados internos.
José Eduardo dos Santos foi o líder militar que derrubou o regime de “apartheid”, o mesmo que tinha Nelson Mandela aprisionado. José Eduardo dos Santos só aceitou depor as armas quando a Namíbia e a África do Sul foram livres e os seus líderes puderam construir regimes livres e democráticos.
José Eduardo dos Santos não governou 32 anos. Entre as primeiras eleições livres, que ele e o seu partido, o MPLA, ganharam com maioria absoluta, e a assinatura da Paz de Luena vão muitos anos de guerra cruel. Nesse período, a Administração do Estado não estava nem num terço do território angolano.
José Eduardo dos Santos só governa de facto Angola desde as eleições de 2010, que ele e o MPLA ganharam com maioria absolutíssima. Os sucessos do seu governo estão à vista de todos e merecem elogios do FMI, da União Europeia, de políticos como Angela Merkel, Sarkozy ou Cavaco Silva.
Os Media portugueses pelo menos deviam reconhecer o que José Eduardo dos Samtos tem feito para que os portugueses não vão ao fundo com a crise. Eles mais do que ninguém deviam propor o seu nome para Prémio Nobel da Paz.
Jornal de Angola

 
Manifestações com violência chama-se arruaça - procurador PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Notícias
Escrito por Kamba de Almeida   
Sábado, 10 Setembro 2011 21:14

Manifestações com violência chama-se arruaça - procurador

A concentração de um grupo de pessoas num determinado lugar e que parte por uma acção de violência causando danos a pessoas e bens públicos denomina-se arruaça e não manifestação, considerou quinta-feira, no Dundo, Lunda Norte, o procurador provincial da República adjunto, António Espanhol.
O magistrado explicou que a manifestação tem que estar circunscrita num determinado lugar e é obrigatório, por lei, a indicação do local da concentração e o percurso da marcha.
Referiu que ao desviar da rota inicial para outras que não estão descritas no documento apresentado às autoridades os manifestantes agem fora dos limites da lei.
"Como órgão vocacionado para garantir a ordem e tranquilidade pública, a Polícia Nacional deve agir dentro dos limites da lei para tentar travar aquele tipo de comportamento", solicitou.
Informou que as pessoas que pretendem se manifestar devem informar às autoridades provinciais e municipais, descrevendo o itinerário da marcha para que a polícia esteja ao longo desse percurso a proteger não só os manifestantes mas também outras pessoas que estejam a transitar nessa via.
Disse igualmente que a manifestação é um direito que todo o cidadão tem, mas deve ser exercida de forma organizada e pacífica, tendo, por isso, condenado actos de arruaças e rebelião praticados em Luanda, no sábado passado, por alguns cidadãos para reclamar os seus direitos.
“Tudo bem, todos nós temos o direito de exercer os nossos direitos, mas a lei diz que deve ser feito dentro dos limites legais. E se não o fizer estarão a violar a lei”.
Lembrou que a liberdade de uns termina onde começa a de outro, não exercendo os seus direitos violando os de outrem.
Precisou que as pessoas não são obrigadas aclarar os objectivos das suas manifestações nem carecem de autorização, mas devem comunicar às autoridades, sublinhando que o importante é que as pessoas são livres de manifestar o que lhes inquieta sem distúrbios.
ANGOP

 
Nfuca Muzemba instigou alguns jovens à “insurreição” – Jornal de Angola PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Notícias
Escrito por Kamba de Almeida   
Sábado, 10 Setembro 2011 21:09

Nfuca Muzemba instigou alguns jovens à “insurreição” – Jornal de Angola

Os braços que batem e escondem a mão
O dirigente da juventude da UNITA, Nfuca Muzemba, foi detido no Largo Serpa Pinto, quando um pequeno grupo de arruaceiros cortava o trânsito e apedrejava viaturas da Polícia Nacional.
Estes desacatos foram cometidos porque 20 arguidos respondiam no Tribunal da Ingombota, acusados de ofensas corporais a sete agentes da autoridade e destruição de bens públicos.
Aqueles que respondiam perante o juiz, a coberto de uma manifestação, no passado sábado, tiveram um comportamento que as autoridades consideraram ilegal e foram detidos. O Ministério Público acusou-os e foram presentes a um juiz. Mesmo assim, o líder da juventude da UNITA,Nfuca Muzemba, foi ao Largo Serpa Pinto e instigou alguns jovens à “insurreição”.
A aventura acabou mal porque mais uma vez os agentes da autoridade tiveram que impor a lei e a ordem. Os manifestantes apedrejaram carros da polícia, cortaram o trânsito na zona e insultaram agentes da autoridade e figuras do Estado que têm de ser respeitadas em todas as circunstâncias.
O que se passou no Largo Serpa Pinto podia ficar pelas detenções e pelos gritos dos desordeiros, se Nfuca Muzemba não tivesse passado à acção directa. Um militante da UNITA cansado de guerra, escreveu nas páginas do Jornal de Angola que as teses da Juventude da UNITA apresentadas no seu último congresso eram perigosas porque a organização juvenil do maior partido da oposição incitava os militantes à insurreição nas ruas, nos locais de trabalho e nas repartições públicas. Justo Justino, nesse artigo, pedia mesmo aos “mais velhos” dirigentes da UNITA para puxarem as orelhas a um jovem que estava fora da ordem demcorática e queria atentar contra a paz.
Recordo que nessa altura figuras de proa da UNITA vieram dizer que as teses da JURA nada significavam e que Nfuca Muzemba era um democrata em estado puro.
Os acontecimentos da Praça da Independência no passado sábado e os desordeiros que foram para o Largo Serpa Pinto mostram que asteses da juventude da UNITA tinham razão de ser e a prova é que o próprioNfuca Muzemba aparece a comandar as operações dos apedrejamentos às autoridades e os insultos às figuras do Estado.
Angola é um país onde a democracia está enraizada e não éNfuca Muzemba e meia dúzia de desordeiros que vão perturbar a ordem democrática. Nem os mais velhos da direcção da UNITA iam permitir isso, porque precisam dos salários e das mordomias de deputados mais os fundos públicos que enchem os cofres do partido.
Mas é preciso enviar uma mensagem clara àsa tropas de choque de Nfuca Muzemba: os angolanos não vão tolerar que, seja quem for, ponha em causa a paz e a ordem pú blica, ou meia dúzia de garotos armados em políticos ande a insultar o Presidente da República, para as câmaras e microfones de órgãos de informação estrangeiros, que querem fazer ninho nas nossas praças, para ver se os seus países conseguem roubar os nossos fundos soberanos e o nosso petróleo.
No meu comentário defintivo também quero manifestar estranheza por haver sempre uma jornalista de um jornal de referência que vai presa sempre que há desordem pública. Os seus chefes têm que lhe explicar que os jornalistas são pagos para noticiar e reportar e não para fazerem arruaça e desordens na via pública.
Por fim o meu comentário definitivo vai para aqueles que consideram “desproporcionada” a actuação da polícia e não vi qualquer comentário deles à actuação da polícia na Grécia ou em Londres, durante recentes manifestações. Em Inglaterra foram presos milhares de jovens e muitos foram parar à cadeia. Os estabelecimentos prisionais estão a abarrotar e já não cabe lá mais ninguém.
Um Tribunal de Londres condenou uma criança de 12 anos porque nas manifestações de protesto em Tottenham roubou um recipiente do lixo.
As câmaras e os microfones dos caçadores de petróleo e fundos soberanos podem virar-se para Inglaterra onde as cadeias estão cheias de manifestantes julgados e condenados. Em Luanda foram presos 20 e o mundo está preocupado com a democracia.
Isto seria ridículo se não configurasse uma manobra para destabilizar o nosso país, com o apoio aberto de “jornalistas” que são muito independentes e muito rigorosos, mas escondem com escritos titubeantes os seus pecados e não são poucos.
Há jornalistas que recebem fortunas do Estado e depois dizem que os outros são corruptos. Há deputados que ao mesmo tempo são directores de órgãos de informação e recebem do Estado pelos dois lados. Depois os outros é que estão a mais e são corruptos.
Há jornalistas que estão ao mesmo tempo à frente de jornais privados e são administradores de empresas públicas. Esses mesmos dizem que em Angola só há corruptos.
Mesmo que se estejam a ver ao espelho, mais valia comerem, beberem, gastarem e calarem. Mas preferem fazer um papel que lhes fica mal e tentam vestir um fato onde nunca couberam.
Há jornalistas que são comentadores políticos e deixam de sê-lo no dia em que o Estado os senta à mesa do Orçamento.
E por fim há os que gritam muito, vão a todas as manifestações e entram em todas as conspirações para ver se alguém lhes paga ou se lhes reforçam as avenças e mordomias principescas.
Neste quadro até se compreendem comentários provisórios e artigos onde se defende no início uma coisa e no fim o seu contrário. O hábito de servir deus senhores ao mesmo tempo é conhecido desde o Império Romano e vem desses tempos a prática de cuspir no prato onde os amos dão de comer aos seus serventuários. Mas ontem como hoje, essa é uma prática que revela má educação e é um exercício de baixeza moral que não se coaduna com pessoas que tão alto subiram na sociedade angolana, à custa da mistificação e o embuste.
Álvaro Domingos
Jornal de Angola

 
Secretário de Estado da Indústria afirma que sector diamantífero está prosperar PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Escrito por Kamba de Almeida   
Sábado, 10 Setembro 2011 04:58

Secretário de Estado da Indústria afirma que sector diamantífero está prosperar

Luanda - O secretário de Estado da Indústria, Kiala Gabriel, afirmou hoje, quinta-feira, em Luanda, que o sector diamantífero está a retomar o seu lugar na economia, pois os actuais preços apresentam bons indicadores.

Tudo indica que o sector diamantífero está a retomar o seu lugar, disse Kiala Gabriel no final do encontro que manteve com a delegação de parlamentares espanhóis.

Acrescentou que no encontro foi apresentado aos parlamentares informações sobre os sectores geológico, mineiro, os actuais índices de produção industrial, os constrangimentos e as perspectivas para os próximos tempos.

Kiala Gabriel informou que o Ministério da Indústria e da Geologia e Minas está apostado na diversificação da economia, nomeadamente, a produção mineira

“Não estamos a olhar apenas para os diamantes, mas para outros recursos minerais que precisam ser prospectados, explorados e transformados no sentido de acrescentar valor e poder exportar a produção como produto acabado” disse Kiala Gabriel.

Em relação ao ouro, o governante afirmou que neste momento há perspectivas da sua produção dentro de pouco tempo, pois já existem contratos concretos a nível da província da Huíla.

Por sua vez, o presidente do Congresso dos Deputados do Reino de Espanha, Jose Martinez, afirmou que na Empresa Nacional de Diamantes, Endiama, ficou impressionado com o nível de produção, uma quantidade que chama a atenção pelo modo como se obtêm e os mercados a que se destinam.

 

 

 
Angolanos querem Pedro Gonçalves na gestão da Galp PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Notícias
Escrito por Kamba de Almeida   
Sábado, 10 Setembro 2011 04:55

Angolanos querem Pedro Gonçalves na gestão da Galp

Os accionistas angolanos da Galp - a empresária Isabel dos Santos e a petrolífera Sonangol - querem colocar o ex-presidente da construtora Soares da Costa, Pedro Gonçalves, no conselho de administração da petrolífera, apurou o Diário Económico.

O objectivo é que Pedro Gonçalves assuma o cargo ocupado actualmente por André Ribeiro, o administrador nomeado pelos angolanos para a petrolífera nacional.

A Amorim Energia tem direito a indicar dois administradores (André Ribeiro é nomeado pelos angolanos e Carlos Gomes da Silva é sugerido por Américo Amorim). Contactado pelo Diário Económico, Pedro Gonçalves não quis comentar, limitando-se a afirmar que, "para já, estou de férias e não tenho vinculação a nenhum projecto".


O Diário Económico sabe que esta não é única proposta que o ex-presidente da Soares da Costa recebeu. O gestor, que chegou a ter uma relação difícil com os angolanos, enquanto presidente executivo da construtora - e que resultou na paralisação de algumas das obras que a Sonangol tinha com a Soares da Costa em Angola -, tornou-se depois próximo de Manuel Vicente, presidente da Sonangol.


A entrada de Pedro Gonçalves na Galp pode reflectir uma mudança de estratégia por parte dos angolanos, tal como o Diário Económico já tinha avançado na edição de 5 de Julho.



Última Actualização ( Friday, 09 September 2011
 

 


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