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Governo de José Eduardo dos Santos, é a vergonha nacional “em menos de 5 anos, faliram o Nosso Super e poupa lá” PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Escrito por Kamba de Almeida   
Segunda, 17 Outubro 2011 06:43

Em 2007, após o povo Angolano, esperar longo periodo de um propótipo das antigas lojas do povo, lojas francas ou a rede de mercados Zamba, que fizeram muito sucesso no tempo do partido único, quando o Drº Agostinho Neto era realmente o Presidente do MPLA e de todos os Angolanos “não existiam os Ladrões de colarinho branco que tem hoje no actual Governo, liderado pelo Engº José Eduardo dos Santos” foi aprovado um programa criado à luz do Despacho Presidencial N.º 17/05, de 31 de Outubro, publicado no Diário da República I Série – n.º 130.

 

Este programa constituia o Grupo de Coordenação para a implementação do Programa de Reestruturação do Sistema de Logística e de Distribuição de Produtos Essenciais à População (PRESILD) – a Nova Rede Comercial que custou aproximadamente aos cofres do estado Um Bilhão e Quientos mil USD Norte Americanos.

 

Segundo alguns dirigentes do regime, incluindo a Sua Excelência Engº José Eduardo dos Santos, esta rede de supermercados viria para por cobro e resolver os problemas da população no geral e em particular as mais carentes com bens de primeira necessidade com sestas básicas que rondavam a sete mil Kwanzas.

 


Infelizmente não foi possivel estimar quanto se gastou em propaganda, enquanto a rede PRESILD se expandia, mas as cantinas dos irmãos Áfricanos da Africa do Oeste também cresciam em ritmo acelerado, em todos os cantos do país que rapidamente se tornou um concorrente do estado, já que apesar dos “cantineiros-Mohammeds entre outros” fazerem as suas compras nos armazéns situados em território Nacional, tinham preços muito mais acessiveis comparados com os preços da rede PRESILD através do NOSSO SUPER e do POUPA LÁ e se fixavam em todo lugar, ruas, becos, atalhos etc, mostrando claramente que o Governo sobfacturava os preços que diziam que era para a população em particular as mais carentes.

 


Como resultado a população começou a escolher as cantinas que tinham mais produtos diversificados e os preços eram de encontro ao bolso do povo e assim as cantinas começaram a prosperar enquanto a Rede PRESILD caía em queda livre, para a falência, após ter se expandido em todo território nacional.

 


Segundo uma funcionário do Presild contactado disse o seguinte“o povo prefer comprar nos estrangeiros que vendem mais barato do que num numa loja do governo e que sempre que oference algo que diz ser para a população, tem um plano de extorção desordenada do pobre cidadão que sofre e os nossos gestores são os culpados disso”

Hoje os Governantes tem vergonha de decretar falência a famosa Rede que anunciavam que estava a fechar o país, mas que agora está as moscas, sem produtos nas partileiras que se encontram vazias.

 


Gomes Maiato Coodenador do PRESILD, destacou em Malange que o nosso super não havia falido, mas infelizmente não é isso que vimos, nas várias lojas Nosso Super que temos entrado.

 


Por falta de capacidade organizativa neste tipo de empreendimento, em 2012, o Governo pretende privatizar as lojas Nosso Super e poupa Lá, segundo o Vice-Ministro do Comercio, Manuel da Cruz Neto.

Enquanto as cantinas prosperam...nosso super e poupa lá, entraram em queda livre e pediram socorro a odebrecht, O Grupo brasileiro no qual o Presidente José Eduardo dos Santos também é Sócio e que tem assumido boa parte das obras de restruturação do país, devido a influencia do Presidente do Grupo o Sr. Emilio odebrecht diante do Presidente da República, de forma clara as empresas Angolanas são colocadas para trás e a odebrecht vai assumir a gestão de rede "Nosso Super" em Angola em 2012.

 


Segundo a fonte do Jornal o País, adiantou que o contrato de transmissão de titularidade de gestão das lojas já terá sido negociada com êxito entre o grupo brasileiro e o Ministério do Comércio de Angola.

 


Os armazéns do Nosso Super, em Viana, segundo a fonte, já estão sob gestão da Odebrecht que terá igualmente a responsabilidade em indemnizar os trabalhadores excedentários e contratar novos e que além dos problemas relacionados com a incapacidade de absorção da produção nacional, reconhecidos pelas autoridades angolanas, a fonte não afastou a hipótese de uma alegada má gestão como causa da falência do projecto, executado ao abrigo do Programa de Reestruturação do Sistema de Logística e Distribuição (PRESILD).

 


O jornal OPaís adiantou que as lojas "Poupa Lá", sob gestão do projecto "Nosso Super", deverão passar para a gestão privada ainda este ano, tendo surgido como interessados nesta rede comercial as empresas Maxi e Continental, que pretendem substituir a empresa portuguesa Gestão de Comércio Total (CGT), cujos negócios faliram em Portugal.

De recordar que em Dezembro de 2010, haviam sidos localizados contentores de produtos alimentares estragados, impróprios a saúde huamana, que seriam comercializado segundo uma reportagem do Jornal Acapital.

 


Caso para dizer que mais uma vez o Governo de JES, fracassou na resolução dos problemas básicos da população, mesmo tendo esbanjado uma quantia avultada não conseguiram manter a Rede PRESILD, por três motivos:

 


1- Pararam de comprar os produtos de campo aos produtores nacionais conforme prometeram, e passaram a comprar na África do Sul, projudicando assim os camponeses Angolanos que vinham os seus produtos de campo estragados.

 

2- Os preços não eram acessiveis comparado com as cantinas que estão espalhadas por todo o país, pertença maioritariamente de estrangeiros que fazem esses pequenos negócios

 

3- Má gestão e desvio de fundos para a manutenção da REDE PRESILD

 


Para mais informação de como seria a rede PRESILD caso fosse um sucesso, visite o site:

 

http://www.dnci.net/comercio_interno/presild/objectivos.aspx

Lembramos que o primeiro estabelecimento Nosso Super foi inaugurado a 08 de Março de 2007 no município do Sambizanga pelo Presidente da República, José Eduardo dos Santos.

 


Quatro anos depois, a falência bate a porta e exige que seja decretada pelo Governo de Angola, sobre a culpa da Má Gestão dos bens públicos práticadas pelos governantes do MPLA, liderada pelo Presidente da República de Angola.

 


Mateus Caculo

 


Jornalista Independente
 

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