Jun 18
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Agostinho Neto não é herói, nem humanitário", garante Silva Mateus PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Escrito por Redacção   
Quarta, 05 Junho 2013 15:17

Luanda – “O primeiro Presidente de Angola, Agostinho Neto, não foi nem herói nem humanitário”, disse o presidente da Fundação 27 de Maio, o general Silva Mateus durante o programa “Angola Fala Só” sobre os acontecimentos de 27 de Maio de 1977, quando uma facção do MPLA liderada pelo Comandante Nito Alves esteve envolvida na organização de uma manifestação popular que as autoridades dizem ter sido na verdade uma tentativa de golpe de estado.

Fonte: Voa

Silva Mateus recordou que foi o Presidente Agostinho Neto quem ordenou a perseguição aos “fraccionistas” o que resultou no fuzilamento ou desaparecimento de dezenas de milhar de pessoas. “Não se pode chamar de humanitário ou de herói a uma pessoa que ordena fuzilamentos sem julgamento,” reforçou o general que também esteve preso após a alegada intentona.

O presidente da Fundação 27 de Maio recordou que antes do 27 de Maio de 1977, o MPLA encontrava-se profundamente dividido, sendo uma facção liderada por Nito Alves e negou que este e os seus apoiantes tivessem tentado levar a cabo um golpe de estado. “Não houve tentativa nenhuma de golpe de estado, houve uma tentativa de manifestação de que foi silenciada a tiro”, assegurou.

Silva Mateus negou que os apoiantes de Nito Alves tivessem sido responsáveis pelo assassinato de alguns dos membros do governo como do primeiro ministro das Finanças, Saidy Mingas, no dia da alegada tentativa de golpe.

Interrogado pelo ouvinte Jorge Muata que falava de Luanda sobre se o actual Presidente José Eduardo dos Santos teve algum papel nos acontecimentos que ensanguentaram o país, Silva Mateus respondeu que antes dos acontecimentos de 27 de Maio e face às crescentes divisões dentro do partido, tinha sido decidido criar uma comissão de investigação para ver se existia ou não fraccionismo dentro do MPLA.

José Eduardo dos Santos, disse o general, era o coordenador dessa comissão que não chegou a conclusão nenhuma após 30 dias como requerido e após outros 30 dias “não apresentou um relatório concludente”.

Para o entrevistado foi essa “comissão” que permitiu que Agostinho Neto e um dos seus mais próximos colaboradores, Lúcio Lara, determinassem a existência do “fraccionismo”.

O general recordou que se estava próximo da realização do congresso do MPLA e que devido à existência de duas alas, uma delas liderada por Nito Alves, havia que eliminar esta facção porque era “popular ou se assim o quiserem populista”.

“A facção de Nito Alves tinha que morrer antes do congresso”, lembrou o general salientando que Nito Alves contava com o apoio da União Soviética. “As simpatias tinham sido fortalecidas por Nito Alves que tinha representado o MPLA num congresso do Partido Comunista da União Soviética, PCUS”, acrescentou.

Após o 27 de Maio de 1977 estudantes angolanos que estavam a estudar nos países europeus então sob dominação comunista, tinham sido repatriados e fuzilados. “Um estudante que estava na União Soviética ou na Roménia participou numa tentativa de golpe de estado?”, interrogou o general sublinhando o seu ponto de vista que “não houve qualquer tentativa de tomar o poder pela força”.

“Os cubanos tinham intervindo ao lado da facção de Agostinho Neto porque estavam em Angola como mercenários”, recordou Silva Mateus, revelando que “Nito Alves e outros seus colaboradores foram enterrados na fortaleza de São Miguel em Luanda, após terem sido fuzilados sumariamente”.

A Fundação 27 de Maio estima – segundo dados das Nações Unidas – que pereceram mais de 80 mil pessoas após os acontecimentos aludidos, mas o governo teria informado que apenas 30 mil “desapareceram” misteriosamente das prisões.

O general Silva Mateus reconheceu que muitas das mortes foram causadas por “excesso de zelo” e também por “rixas pessoais” e disse não ser importante agora elaborar-se uma comissão da verdade, mas sim “estabelecer o diálogo e a discussão” para se resolver as questões humanitárias associadas ao caso.

Entre estas questões mencionou a ajuda a familiares das vítimas e o reconhecimento de que foram mortos. “O MPLA deve reconhecer que isto não é uma questão interna do partido, mas sim uma questão nacional”, afirmou.

A fonte diz não acreditar, no entanto, que o modo de governar do partido no poder tenha mudado. “Há apenas uma democracia de fachada”, argumentou em resposta a uma pergunta de um ouvinte sobre o desaparecimento dos activistas Alves Kamulingue e Isaías Cassule há mais de um ano.

“O regime não mudou desde 1975. Eles têm medo do povo e é por isso que não se pode permitir manifestações, e por isso que elas são reprimidas”, rematou.

 
UNITA crê que polícias suspeitos de assassinarem seus dirigentes receberam ordens superiores PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Escrito por Redacção   
Quarta, 05 Junho 2013 15:10

Luanda – A UNITA, que acusa a Polícia Nacional angolana de ter assassinado dois dirigentes do seu partido, no município de Cacuaco, na noite de sábado para domingo, disse acreditar que os polícias receberam "orientações superiores" para realizarem a acção. A acusação foi feita nesta terça-feira, 04, em conferência de imprensa pelo secretário municipal da União Nacional para a Independência Total de Angola (UNITA) no Cacuaco, Pedro Panela.

Fonte: Lusa

Aquele dirigente disse que existia uma boa relação entre as autoridades locais e os representantes do partido naquele município, que dista cerca de 30 quilómetros de Luanda.

Segundo Pedro Panela, face ao elevado índice de criminalidade na zona, a UNITA escreveu ao comando de divisão da Polícia Nacional e ao Departamento municipal da investigação criminal a manifestar a sua preocupação e a oferecer-se para ajudar a resolver o problema, indicando os locais mais afectados, bem como os alegados criminosos que lá actuam.

Nesse sentido, o dirigente referiu acreditar que "o senhor comandante e os outros dirigentes da polícia do município cumpriram apenas orientações de cima".

"Porque conhecem o Sr. Filipe (uma das vítimas), temos estado reunidos (com as autoridades locais), na semana passada estivemos reunidos com a senhora administradora e conhecem bem os nossos homens e sabem que não são delinquentes", lamentou.

A morte dos dois dirigentes da UNITA, nomeadamente o inspector municipal Filipe Chakussanga e o secretário comunal de Kikolo, António Kamuku, ocorreu na mesma noite em que se verificou o assassínio de três agentes da polícia por desconhecidos, quando se encontravam na esquadra móvel estacionada no bairro Paraíso, igualmente no Cacuaco.

Um comunicado do Comité Permanente da Comissão Política da UNITA, reunido "de urgência" na segunda-feira, 03, refere que "unidades da Polícia Nacional, em operações no bairro Paraíso, fizeram buscas nocturnas porta a porta e assassinaram friamente nas suas residências os membros da UNITA".

No comunicado, a UNITA lamentou e condenou a morte dos três polícias no mesmo bairro "por indivíduos não identificados", que "se inscrevem no quadro da criminalidade e insegurança crescentes" em Angola.

"O Comité Permanente da Comissão Política da UNITA manifesta profundamente a sua preocupação pelo ciclo crescente de actos de intolerância política, que se consubstanciam em assassínios políticos selectivos, prisões arbitrárias, destruição de símbolos partidários, espancamentos de seus quadros e dirigentes que continuam a ocorrer em todo o país", refere o documento.

 

Actualizado em Quinta, 06 Junho 2013 00:08
 
Ana Paula fica com complexo hoteleiro da Endiama PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Escrito por Redacção   
Quarta, 05 Junho 2013 15:02

Lisboa - A gestão do Complexo Hoteleiro da Endiama (CHE), terá passado para o controlo dos interesses da primeira dama Ana Paula dos Santos, sem concurso público. O espaço é usado para a realização de festas e casamentos das famílias nobres em Luanda.

O complexo foi gerido há mais de 10 anos pelo empresário Lucrécio Costa, um quadro do sector das águas muito próximo ao antigo Secretario do Conselho de Ministro, Antóonio Van-dunem “Toninho”. Lucrecia estava ligado à Endiama por um contrato de concessão.


Por outro lado, são desconhecidas as modalidades que levaram a primeira dama angolana a ter o CHE sob sua alçada havendo suspeitas de que terá se apropriado do mesmo a semelhança do que aconteceu com a gestão da TPA2 que passou para a familia presidencial.


“Depois do contrato que impôs à TAAG ao abrigo do qual chama a si, através da empresa Lunar-DT, de cujo conselho de administração preside, a investida de Ana Paula dos Santos no CHE prova que a primeira dama não quer perder a disputa com os seus enteados no saque ao patrimônio do pais.” Constatou um observador que acompanha o assunto.

 

Actualizado em Quinta, 06 Junho 2013 00:10
 
MPLA assassinou milhares de inocentes no 27 de Maio de 1977 - Carlos Alberto PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Escrito por Redacção   
Terça, 04 Junho 2013 15:22

MPLA assassinou milhares de inocentes no 27 de Maio de 1977 - Carlos Alberto

Montreal - O partido dos camaradas foi que nem os Nazis na Alemanha. O MPLA assassinou claramente e seleccionadamente o punhado de intelectuais que tinham uma visão diferente a de Agostinho Neto. E, até hoje o MPLA refuta em emitir as certidões de óbitos, ignora o erro e em comunicado sem piedade humana afirma cinicamente que são ocorrências históricas que devem ser esquecidas. Com aquele musculado comunicado o MPLA em termos miúdo quis dizer que se o teu filho foi assassinado esquece e aqueles que clamam pelos certificados de óbito são contra-revolucionários e querem instaurar a guerra no país.

Fonte: Club-k.net

Exigir água e energia: MPLA considera querer Guerra

O dito comunicado do Comité Central do MPLA difundido na íntegra nos órgãos públicos no dia 27 do mês passado foi um desrespeito total as famílias enlutadas. A referida nota do MPLA, foi prova de que estamos perante um governo que a todo custo tenta destorcer a verdadeira história de Angola. A título de exemplo, o verdadeiro pioneiro do nacionalismo angolano o malogrado Holden Roberto foi retirado da história nacional. A verdade sobre as cláusulas dos acordos do Alvor que ditava um governo misto de transição formado pela FNLA, UNITA e MPLA e foi adulterada. Os verdadeiros símbolos e figuras nacionais foram ratificados. Em resumo a verdadeira história, política e factos sócias em Angola foram moldados para enaltecer e acomodar os feitos do MPLA de José Eduardo dos Santos.


As matanças do dia 27 de Maio de 1977 foi sim um terrorismo com cobertura de um governo ditador. Perante os convénios internacionais, tal acto bárbaro não só condenável mas sim classificado como crime internacional perante princípios legais. O comunicado politizado do MPLA, foi estúpido, ridículo e com o pretexto de que os participantes são a favor da guerra cívil em Angola. Esta justificação é ainda mais ridícula quando O MPLA por falta de argumentos lógicos todo tipo de reivindicação popular tenta interligar como a possível causa de uma Guerra. Com esta acção o MPLA gera o pânico e medo na sociedade. Não se pode exigir água, energia eléctrica e injustiças sociais em Angola porque o MPLA automaticamente considerará como incentivo a guerra e a desordem pública.

Voltando ao tema central, os terroristas do 27 de Maio de Maio de 1977 que causou a morte de milhares de inocentes estão identificados. Os seus colaboradores e chefes das respectivas comissões de investigação também são bem conhecidos. Grande parte dos enlutados viu os seus membros de família a serem executados. Em breve, o poder legal tem milhares de provas para se abrir um processo judicial contra estes assassinos. As instituições internacionais devem ser notificadas sobre esta chacina e estampar os nomes destes assassinos na lista dos terroristas internacionais e serem punidos perante a lei.

Não será possível o MPLA adulterar este passado recente. Existem testemunhos vivos. Existem factos. Existem documentos confidenciais e com provas suficientes que é impossível o MPLA inverter a verdade dos fatos. Não serão os comunicados de meras mentiras emitidos nos seus órgãos de informação que irão manobrar a verdadeira história do país.

O MPLA e principalmente o presidente da Republica devem reconhecer o erro cometido e como mínimo rogar desculpas e arrependimento publicamente. As famílias através das manifestações não estão a cometer nenhum crime. Exigir uma justificação oficial por parte do MPLA sobre o paradeiro dos seus familiares não constitui crime perante a lei. Os criminosos são aqueles que barbaramente assassinaram cidadãos inocentes.

 
Filho de José Eduardo dos Santos e produtora Até ao Fim do Mundo compram Lux PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Escrito por Redacção   
Terça, 04 Junho 2013 15:17

Luanda - A Prisa vendeu as revistas Lux, Lux Woman e Revista dos vinhos à sociedade luso-angolana Masemba. A empresa de direito português, fundada a 8 de abril, tem como sócios a produtora portuguesa Até ao Fim do Mundo e a angolana Semba. Fundada em 2006 como uma agência de comunicação vocacionada para o rebranding, a Semba tem entre os sócios Sérgio Neto e José Eduardo Paulino dos Santos (filho do presidente angolano).


Fonte: Dinheirovivo

Renato Freitas, um dos sócios da produtora Até ao Fim do Mundo (juntamente com Ricardo Freitas, Agostinho Ribeiro e Paulo Camacho), é o gerente da Masemba.


A compra das revistas até aqui detidas pela Progresa, editora de revistas da Prisa, representa a mais recente colaboração entre a produtora portuguesa e a empresa angolana, agora em Portugal.


Em Angola, as duas empresas têm vindo a trabalhar em conjunto desde 2007 em projetos televisivos locais, nomeadamente a reformulação e rebranding da TPA2 e na TPA Internacional, canais públicos angolanos.


As intervenções surgiram após um convite endereçado pela Westside Investments. A consultora, da qual Tchizé dos Santos é uma das responsáveis, tinha sido convidada pelo Ministério da Comunicação Social de Angola para o desenvolvimento de projectos para a TPA.


O valor da venda das revistas não foi divulgado, mas em comunicado a Media Capital - grupo controlado pela Prisa - afiança que o acordo agora alcançado é um "importante passo" , para o "estabelecimento de parcerias fortes para o desenvolvimento de projetos que visem consolidar a sua estratégia de diversificação de atividades e alargamento das linhas de negócio".

 
Vendedora de ovos » em terras de Sua Majestade Rei de Marrocos, Mohamed VI PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Escrito por Redacção   
Terça, 04 Junho 2013 15:01

Luanda - Isabel dos Santos, actualmente entre os angolanos mais conhecida como a « menina dos ovos » partiu no dia 29 do corrente mês para a cidade marroquina de Marrakech, onde deve ter chegado por volta das 23H30.

A « milionária », fez-se acompanhar de seu esposo, Sindika Dokolo, e de alguns responsáveis da UNITEL viajou de Luanda para aquela cidade num jacto privado Embraer Legacy 600, da empresa VIPAERO.


Para a mesma cidade, práticamente á mesma hora e num outro jacto idêntico seguiu uma delegação do Ministério do Planeamento, chefiada pelo seu titular, e da qual fizeram parte o Governador do BNA e a Secretária de Estado das Finanças e, altos funcionários desses Ministérios.


Sabemos que decorre em Marrakech a Assembleia anual do Banco Africano de Desenvolvimento (BAD) e por essa razão certamente essa delegação para ali se deslocou para participar nesse conclave. Dessa feita, julgamos que a « milionária dos ovos » se tenha também deslocado até áquela cidade nesse âmbito para contactos, já que ela é accionista do Banco BIC. Sabe-se também que a « milionária » desde algum tempo tem intenções de investir naquela cidade, mais precisamente no ramo hoteleiro.


Tendo a Embaixada angolana em Marrocos feito deslocar uma equipa de funcionários para aquela cidade para apoiar a delegação ministrial, já que o Embaixador Dr. Aragão foi chamado aqui a Luanda onde se encontra provavelmente para assumir o Tribunal Supremo, aqueles ficaram sem saber como se desdobrar, mais própriamente se apoiavam o Ministro ou a « vendedora dos ovos » e a sua turma.

Actualizado em Terça, 04 Junho 2013 20:26
 
Isabel dos Santos vai investir em formação em São Tomé PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Escrito por Redacção   
Sexta, 31 Maio 2013 14:22


São Tomé – A multimilionária angolana Isabel dos Santos anunciou nesta quarta-feira, 29, investimentos futuros na formação tecnológica em São Tomé e Príncipe, que visitou durante cinco horas, mantendo encontros com o Presidente da República e com o primeiro-ministro, Gabriel Costa.

Em declarações a jornalistas, a filha do Presidente angolano, José Eduardo dos Santos, disse que se deslocou a São Tomé e Príncipe para falar com as autoridades locais sobre os projectos que está a financiar no arquipélago. "Nós viemos a São Tomé e Príncipe no âmbito do investimento que temos neste momento na Unitel, que é a empresa de telecomunicações de Angola", disse Isabel dos Santos.

A filha do presidente angolano, eleita pela revista Forbes como a mulher mais rica de África, falou também em vários outros investimentos que pretende implementar, "sobretudo nas áreas de formação de jovens em tecnologia e gestão", que poderá fazer "muito brevemente". "Estamos nesse momento a terminar os estudos e rapidamente iniciaremos as obras", explicou a empresária angolana, que almoçou com o Presidente são-tomense, Manuel Pinto da Costa, no Morro da Trindade, a 10 quilómetros da capital. "Vamos construir instalações para a Unitel, um centro de formação técnica, vamos criar um centro de apoio para trabalhar com as empresas locais e queremos criar obras dentro das comunidades", explicou que manifesta-se "apostada em alargar a oferta de oportunidade de emprego" em São Tomé e Príncipe.

A primeira visita a São Tomé deixou a multimilionária angolana "encantada" com a beleza da natural da ilha, a que prometeu regressar "muito proximamente para passar uns dias". Outrossim, a Unitel pretende apoiar com materiais e equipamentos a escola de formação de futebol de São Tomé e Príncipe, garantiu Amílcar Safeca, diretor-geral adjunto da operadora de telecomunicações. "Unitel é uma empresa que tem uma atenção especial ao nível daquilo que é a responsabilidade social. Nós achamos que o desporto e cultura são actividades muito importantes e que completam a actividade económica que a empresa desenvolve", declarou o responsável da operadora angolana.

Amílcar Safeca acompanhara Isabel dos Santos numa visita ao centro de estágio da Federação São-tomense de Futebol, frequentado por mais de 200 alunos. "Quando iniciarmos as várias actividades cá, vamos apoiar e incentivar o desporto em São Tomé e uma das vias pode naturalmente ser por via da escola de futebol que forma os futuros talentos para os clubes e a selecção nacional de são Tomé e Príncipe e quiçá do mundo inteiro", disse Safeca.

A visita de Isabel dos Santos à escola de futebol de São Tomé estimulou e conferiu aos seus responsáveis novos horizontes. "Não é todos os dias que uma instituição tem o privilégio de receber uma das pessoas mais importante no circuito dos negócios em África. Foi um imenso orgulho para mim e para a minha academia receber esta visita", disse Gustavo Clemente, director do Centro de estágio. "É uma porta que se abre para que possamos, de facto, proporcionar a esses jovens são-tomenses a possibilidade de poderem fazer da melhor forma o que eles gostam de fazer, que é jogar futebol", acrescentou.

A Unitel vai começar a operar ainda este ano no mercado das telecomunicações em São Tomé e Príncipe, onde vai garantir formação para os jovens nas áreas de engenharia, gestão e tecnologias, garantiu Isabel dos Santos na capital do arquipélago, onde hoje se avistou com Presidente da República e com o primeiro-ministro.

Fonte: Lusa

Actualizado em Sexta, 31 Maio 2013 18:42
 


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