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"Fundo Soberano de Angola não tem nada a ver com o Banco Kwanza Invest“ PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Escrito por Kamba de Almeida   
Quarta, 24 Abril 2013 05:54

"Fundo Soberano de Angola não tem nada a ver com o Banco Kwanza Invest“

A afirmação é de Marcel Krüse (na foto), diretor-executivo do banco angolano Kwanza Invest. Krüse está na Alemanha para participar numa conferência sobre negócios em África, na Bolsa de Frankfurt.

O suíço Marcel Krüse veio de propósito de Luanda para falar, em Frankfurt, sobre "financiamento de investimentos em Angola“, numa mesa redonda integrada na "Africa Business Week". Krüse é o presidente do conselho de administração do Banco Kwanza Invest, um banco de investimento de capitais angolanos, com sede em Luanda, fundado em 2008 por José Filomeno ("Zénu") dos Santos, um dos filhos do Presidente de Angola.

Marcel Krüse, de 48 anos, dirige, pois, um banco completamente angolano, administrado por uma equipa germano-suíça, constituída também pelo ex-presidente do Banco Central Alemão, Ernst Welteke, e o angolano-suíço, Jean-Claude de Morais Bastos.

Em entrevista à DW África, Marcel Krüse fez questão de sublinhar que, ao contrário do que tem sido veiculado na imprensa internacional, não é o Banco Kwanza Invest que gere o Fundo Soberano de Angola: "O Fundo Soberano não tem nada a ver com o Banco Kwanza Invest", disse.

Quantum Global

Desde o lançamento do Fundo Soberano de Angola, em outubro de 2012, têm sido feitas muitas críticas contra o Banco Kwanza Invest. As críticas atingem também os parceiros de Krüse no conselho de administração do banco, nomeadamente o alemão Ernst Welteke e o suíço-angolano, de Morais Bastos, também chefes da firma de investimentos suíça, Quantum Global.

A DW África perguntou a Marcel Krüse se a Quantum Global está envolvida em negócios do Fundo Soberano angolano, com um capital inicial de cinco mil milhões de dólares americanos. E, se isso se verificar, de que forma está envolvida e porquê?

Porém, Krüse declinou responder: "Sou o CEO do Banco Kwanza Invest em Angola, vivo no país há nove anos, represento os interesses do Banco Kwanza Invest e não posso falar de outras instituições."

Outro fundo

Marcel Krüse confirmou, no entanto, que o Banco Kwanza Invest está envolvido na gestão de um outro fundo público, o Fundo Ativo de Capital de Risco Angolano (FACRA), uma entidade pública criada em junho de 2012.

"Sobre o FACRA posso falar: Trata-se de um fundo criado pelo Estado angolano e nós gerimos esse mesmo fundo", explicou Krüse. "Nós candidatámo-nos à gestão desse fundo. Somos um entre 23 bancos, mas os únicos especializados em 'investment banking' [banca de investimento]. O nosso cliente, o Estado angolano, é da opinião que todos os outros bancos teriam conflitos de interesses e que nós seríamos os melhores posicionados para prestar esse serviço."

Ações de "Zédu" dos Santos

O lançamento do FACRA aconteceu de forma discreta, ao contrário do Fundo Soberano de Angola que foi lançado, com pompa, em outubro do ano passado. Afirmava-se, então, que esse Fundo ajudaria a preservar a grande riqueza de petróleo para usufruto das gerações futuras.

Mas o facto do filho do Presidente angolano ter sido nomeado um dos gestores do Fundo Soberano gerou severas críticas por parte da imprensa internacional, tendo, por exemplo, o Wall Street Journal escrito um artigo com o título: "Fundo Soberano de Angola é um negócio de família".

Será que José Filomeno dos Santos já vendeu as suas ações que tinha no banco Kwanza Invest, como anunciara em outubro aquando da sua nomeação para gestor do Fundo Soberano? O diretor-executivo do Banco Kwanza Invest não confirmou que essa venda tenha, de facto, acontecido.

"José Filomeno anunciou no ano passado que iria vender os seus 'shares' no banco, depois de ter aceite o posto de administrador do Fundo Soberano do petróleo", disse Marcel Krüse. "Penso que a venda da sua participação no banco se irá concretizar ainda no decorrer deste ano, com alguma brevidade. Por isso, penso que esta questão ficará resolvida em breve.“

Perguntas sem resposta

Ficaram por responder, entre outras, as seguintes perguntas: O que qualifica Marcel Krüse para a gestão do Banco Kwanza Invest, e nessa qualidade, para a gestão do Fundo Ativo de Capital de Risco Angolano (FACRA), para além da sua proximidade com o filho do Presidente de Angola? Outra pergunta: Como explica ao público angolano o facto de ter sido acusado e condenado, por um tribunal suíço em dezembro de 2012, por má e abusiva gestão de um outro fundo que geria na Suíça?

Perguntas que Marcel Krüse recusou responder.

DW.DE

 
A Mega Mentira de Welwítschia dos Santos PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Escrito por Kamba de Almeida   
Terça, 23 Abril 2013 06:10

A Mega Mentira de Welwítschia dos Santos  

A Falta de Engajamento nas Relações com o Povo e a Consequente Falte de Respeito Pelas Instituições Do Estado é Apanagio Frequente do CLÃ JES

Após escutarmos as absurdas mentiras da ingrata Welwítschia dos Santos acabamos por sofrer agressivas admoestações psicológicas motivadas pelas ensoberbes mentiras insanas protagonizadas pelas irmãs Isabel e Welwítschia Dos Santos, filhas do ditador angolano JES.

Também assistimos o clamor do povo admirado por ainda haver pessoas tão torpes como essas duas raparigas que por não conseguirem dar explicações validas sobre a origem do seu enriquecimento emergente, recorreram a artifícios dos quais nem o diabo se lembraria de recorrer a eles para tentar dar o dito pelo não dito. Importante mesmo foi todos sabermos que essa família constituída de esmeradas gatunas e por defraudadores do erário publico nacional começou a perceber que nós, o povo estamos atentos as suas movimentações e de igual modo estamos também vigilantes a todos os passos que o ditador seu pai e seus sequazes têm dado na sôfrega pressa de enriquecerem ilegalmente a nossa custa e as riquezas da nossa terra.

O que nos causou mesmo grande espanto ouvirmos nesse final de semana foi ouvirmos os tristemente comentadores defensores asserimos dos ditames do camarada ditador JES aparecerem com argumentos fúteis para tentar explicar o inexplicável, como aconteceu com a camaradona Rosa Roque que tentou tapar o sol com a peneira procurando validar positivamente o que essas meninas ladras filhas do ditador, procurando absorver alguns lucrativos serviços pela sua desastrosa intervenção na antena da radio LAC antena comercial. Entendemos que a senhora Rosa Roque acaba por quase pertencer a família do tirano ladrão angolano. A dona matrona Rosa Roque, veio com a máxima de interrogar ao povo simplório se ser rico em Angola é ser inimigo do povo? Não senhora Rosa Roque, ser rico não é ser inimigo, ser inimigo é roubar a olhos nus e subtrair a riqueza de todos quantos fizemos a guerra para entregar a um MPLA que tem um presidente ladrão insensível (facilítista) que cobre seus rebentos e amigos que roubam sem pejo nem agravo a nossa riqueza para depois apresenta-la naturalmente como suas.

Rosa nós não gostamos dessa família que se apoderou de tudo em Angola, diga-nos lá oh Rosa roque o quê que existe em Angola que não seja ainda pertença da família de JES? Caríssima malangina o que quero agora perguntar-lhe é o seguinte: Por acaso para ser-se rico em Angola tem-se de bajular o santíssimo gatuno ditador? Ou temos que deixar as nossas filhas dormirem com o tirano e dele engravidar para termos acesso aos dinheiros que a todos pertence? Menina Rosa Roque as coisas não são como você e seus parceiros desejam pensam que sejam na realidade, as coisas agora terão de mudar a contento de todos, pois, a maioria dos angolenses não andam a reboque dos epítetos caprichosos do ditador, nós não temos culpa por você render vassalagem ao regime déspota e ao seu mentor gatuno, minha querida nós somos imunes aos devaneios do seu (amigo) presidente ditador, nós não estamos na corda bamba nem estamos aprisionados as vontades do núcleo JESSEANO, e aconselho-a doravante a comentar o que sabe para não irritar-nos com os seus maledicentes pronunciamentos programados e deveras comprometedores para si e sua família.

Por outro lado pergunto a atrevida Welwítschia dos Santos com que dinheiro e onde conseguiu os milhões de dólares para começar os seus muitos negócios que tem com o seu marido estrangeiro na nossa angola? Foi por acaso com o dinheiro que seu pai ditador José Eduardo ganhou na antiga URSS ou terá vindo de alguma herança desconhecida proveniente da sua muito respeitável família Abrantes que muito admiro?

Onde e de que maneira a Welwítschia dos Santos obteve milagrosamente essa dinheirama aos milhões que tornaram a Welwítschia dos Santos e o seu marido português que chagou a angola pobretão com uma mão na frente e a outra atrás para hoje ambos se transformarem da noite para madrugada em príncipes milionários dentro e fora de Angola.

Sabemos muito bem todos nós angolanos, que a riqueza da família do ditador fascizante, foi toda construída a revelia de toda sociedade angolana e longe dos bons costumes que se exige a todo e qualquer cidadão angolano empreendedor que seja de bem.

Se os autóctones interrogarem-se e perguntar a Welwítschia dos Santos procurando saber se ela é uma cidadã cumpridora da lei e se os nacionais poderão tê-la como uma cidadão adepta dos bons costumes, a resposta é taxativa, não, ela e toda sua família paterna não são pessoas de bem não senhor! Por esse motivo, que fique bem claro a todo nacional, que a autóctone Welwítschia dos Santos não é uma pessoa respeitável e nem merece a nossa admiração, pois ela não se rege humildemente com base no respeito pela lei e nem cumpre com as regras impostas pela atípica constituição que balizam os bons costumes estabelecidas para o desenvolvimento da tal democraticidade JESSEANA estabelecida pelo seu velhaco pai.

Sendo assim as fortunas ora apresentadas pela Welwítschia e pelo seu marido estrangeiro só podem ter sido construída com mão adultera nas noites e madrugadas sombrias.

Não será demais perguntar ainda se o capital existente para a criação do banco Kwanza e das organizações Kwanza vieram da herança familiar da cidadã angolana cabo-verdiana descendente Necas, antiga secretária, do secretário de estado da cooperação e mãe de Filomeno dos Santos?

Se o dinheiro dos filhos gatunos e ambiciosos de JES não proveio das suas famílias, então que digam aos angolanos onde e como obtiveram o capital aos milhões para investir na terra angolana onde somente prosperam a família já deveras enriquecida de JES e mais alguns ratos e gatos pingados nacionais e estrangeiros?

Não venham cá com o fabuloso discurso de que se trata aqui de inveja, o que aqui se trata é de fiscalizar a proveniência dessa inexplicável massa financeira, que pelos vistos ela só caí apenas nas mãos de uma só família! Desejamos sim saber para que haja justiça ao se julgar todos os implicados na delapidação do nosso erário.

Sabemos agora que a ratazana filha do ladrão mor de Angola, a Welwítschia deu o mote a um discurso deveras curioso por tentar demarcar-se da irmã Isabel dos Santos e procurar fugir da embarcação onde se encontra ao longo dos seus trinta e poucos anos, que por sinal, começou já a dar sinais de cansaço e caminha profundamente para um mortal afundamento bastante profundo, ainda bem para todos nós angolanos que a décadas somos roubados. O regime do gatuno, o pai banana começa a dar sinais de estrangulamento por saber não conseguir prosseguir por muito mais tempo a sua viagem rumo a ladroagem infinita.

Engraçado foi vermos a arrogante segunda filha de JES, a desbocada Tchizé aparecer a demarcar-se do indisfarçável momento critico e desconfortável que toda sua família da parte de pai começa a cair em declínio, sua família paterna não goza da simpatia nem do amor do povo que explorou tantos anos e de todas as maneiras.

Tentar negar o inegável ou tentar fugir da verdade alegando um falso distanciamento da irmã bilionária já não colhe! Mesmo porque já não existe espaço para escapadelas dessa maldita família de figurões composta de atrevidas ladras e inconfundíveis gatunos. A Tchizé até teve o descaramento de reclamar para si a titularidade de uma sã mulher da politica, mas, politica de quê? Ou seja, politica da onde? Quem foi que enganou essa rapariga promovendo-a como politica? Ah, deve ser com toda a certeza o dono do país do pai banana que nunca se toca!

Digam-nos, pois, nós os angolanos temos necessidade de saber, qual é à base de sustentação politica dessa desconhecida do povo nacional de Angola? Qual é a base eleitoral da dita empresaria Tchizé e como ela afirmou, que tipo de ajuda substancial ela deu aos angolanos que todos nós sentíssemos a necessidade e a alegria de elogia-la como uma grande filantrópica, que pelo tamanho da proeza e por ser tão elevado o gesto magnânimo de autentico altruísmo! Se o Welwítschia não fosse filha do ditador ela seria alguma vez deputada? Menina Tchizé ser deputado no MPLA não tem qualquer mais valia, pois até o João Pinto e o N'zaú Puna e o Jorge Chicote dentre outros bandidos assassinos e oportunistas estão eleitos fraudulentamente como deputas do MPLA/JES, e saiba que vocês estão a mais de 33 anos no poder e até hoje nada de novo ou de inovador trouxeram para Angola e para os angolanos.

Portanto e apesar de ser perigoso dar conselhos a pessoas pertencentes à família iluminada do ditador presidente, ainda assim aconselho a menina destemida e arrogante ladra Tchizé dos Santos a não se atrever novamente vir a publico tentar enganar as tribos que compõem o tecido das nações autóctones angolanas afirmando idiotamente que é exemplar como empresária e politica, e que começara com legitimidade, lisura, honestidade e autenticidade as suas careiras de politica e de empresária, pois nada disso aconteceu e nem acontece na vida da sua família que tenha sido feito com verdade politica e legitimidade democrática.

A odisseia da famigerada família JES não tem mais desculpas, são tão obscenos, obscuros e mentirosos que ao abrirem a boca reacendem os ódios que todos nós desejamos esconder e encarecidamente queremos esquecer. Todos os filhos da angola profunda oprimida nutre contra essa família rasgados ódios de estimação alucinantes que eles mesmos procuram a todo custo fomentar e alardear no coração nobre da população autóctone da Angola empobrecida.

Não chega já sermos despojados de todos os nossos direitos pelo mais alto dirigente de Angola e ainda têm a coragem de vir dizer que ajuda o povo e o seu país! Com que meios e em quê a Welwítschia ajudou o povo angolense? Que tipo de ajuda à senhora esposa do português Hugo Pêgo deu ou tem dado ao povo que quer abraçar a distancia? É que nós apenas sabemos que o seu marido português veio para Angola com uma mão afrente e outra atrás e sete anos depois seu marido Tuga se tornou milionário tanto em Angola nossa terra como em Portugal terra dos seus sogros Ribatejanos!

Só mesmo essa fingida mentirosa da Tchizé sabe e tem conhecimento do tipo da ajuda desinteressada com que tem brindou o povo angolano esfomeado e que vive miseravelmente por culpa exclusiva da família dela e do seu pai JES.

Se o que a Tchizé quer dar a entender que ajudar é roubar o que é pertença do povo nacional autóctone, então aí estamos conversados ouviu oh Welwítschia dos Santos!

Olha menina por amor aos seus avôs os autóctones mais velhos mui queridos Abrantes, até mais pela dona Edite que muito preso e amo de todo coração por ter sido em vida uma grande guerreira em prol do nacionalismo militante e da independência; essa grande mulher angolense que nunca deixou os seus créditos em mãos alheias deve estar entristecida pelo que seu malandro pai faz contra o povo que ela muito amou por toda vida. Portanto menina, fica só calada e trata de começar a entender a geografia do pensamento africano em geral e em especial o pensamento do povo angolense.

Uma vez que ninguém da família de JES conhece o povo angolano e nem convive com as suas tradições por não ter tido antes nem agora qualquer contato com ele, o principal para uma jovem que nada conhece de Angola e do povo que se gaba de ajudá-lo sem sequer o conhecer, o que a Tchizé precisa urgentemente fazer é estudar as manifestações sócio culturais da tradição bantu angolana para conhecer o povo que você seus irmãos e pai fraudam e exploram continuamente sem compaixão nenhuma. Assim talvez o povo no dia do juízo se compadeça de si e do seu marido ladrão e de seus filhos inocentes.

Todos os angolanos sabem que, não fosse o lambe botismo e o apoteótico nepotismo, a corrupção desenfreada e gatunagem endêmica promovida pelo seu pai, você e suas irmãs e irmãos jamais seriam os aprendizes de feiticeiros que são.

Menina, nunca mais atire areia para os olhos do povo autóctone angolano com suas tristes e alienadas incursões na imprensa, pois quando o fizer, faça-o pela verdade e com verdadeiro espirito militante pelejador, faça-o honestamente vincando apenas e só pela liberdade de quem é sistematicamente oprimido pelo regime ditatorial do seu caducado pai.

Por favor, não venha mais para cima de nós angolanos atentos com essa de que tem um irmão menor que precisa do respeito de todos nós enquanto você e sua família não respeitam nenhuma o nosso sofrimento nem as vicissitudes várias de que padecemos nas mãos do seu velho e doentio pai, que há décadas nos persegue, prende-nos e nos assassina sem pejo e nem agravo.

Querida Tchizé, saiba que o sofrimento que o seu pai nos causa é mais velho em idade que você menina, ele já vem de longe.

A Tchizé diz que tem um irmão menor que merece o nosso respeito, saiba você Tchizé, que seu pai e a sua família brincam com os sentimentos do povo angolano a muito tempo, vocês já brincaram o suficiente com os nossos sentimentos, não exijam nada mais de nós, agora somos nós a exigir de si e do seu pai e de toda família do ditador seu pai, e o que pedimos e exigimos, é que seu pai sua família e políticos oportunistas como você Tchizé nos deixem em paz, vão-se embora, vocês já tiraram de nossa terra e de todos nós povo maltratado de Angola o que sempre desejaram. Agora nós pedimos-vos para nos deixarem crescer e viver na paz de Deus e do senhor Jesus Cristo, e como dizia na musica dos N’goleiros do ritmo cantada pelo nosso Dionísio Rocha: Vão vãos se embora, isso assim não pôde ser! E não voltem nunca mais, por favor.

Raul DinizA Mega Mentira de Welwítschia dos Santos

 
Governo dos EUA denuncia deterioração das violações dos direitos humanos em Angola em 2012 PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Notícias
Escrito por Kamba de Almeida   
Terça, 23 Abril 2013 06:03

Governo dos EUA denuncia deterioração das violações dos direitos humanos em Angola em 2012  

Washington - A situação dos direitos humanos em Angola se deteriorou em 2012, motivada por uma crescente repressão contra os manifestantes do regime Angolano, Corrupção, prisões arbitrarias e desaparecimentos de Ativistas, assassinatos, por parte da polícia nacional; prisão preventiva prolongada; impunidade para violadores dos direitos humanos, falta de processo judicial e ineficiência judicial; violações dos direitos de privacidade dos cidadãos e despejos forçados sem compensação; restrições sobre as organizações não governamentais (ONGs); a discriminação e a violência contra as mulheres, abuso de crianças, o tráfico de pessoas; discriminação contra pessoas com deficiência, e pessoas com sida e trabalho forçado, o Departamento de Estado dos Estados Unidos da América (EUA) divulgou o seu relatório anual sobre Direitos Humanos, nesta sexta-feira.

De acordo com o texto, "a situação dos direitos humanos em angola continuou se deteriorando em 2012", alertou a diplomacia americana, enfatizando "a opressão contra activistas Angolanos, numa crescente repressão nas províncias de Luanda, Huila , Benguela e nas Lundas ".

A maioria das queixas foi dirigida contra agentes da Policia Nacional e as FAA , o relatório lembra o caso em Março, a polícia Angolana teria detido um grupo de líderes tradicionais da Lunda Norte dias antes de uma visita do presidente dos Santos por causa de sua associação com o Movimento para a Autonomia e Independência das Lundas, Em 23 de março, os três imigrantes Congolense morreram num centro de detenção da polícia em Cabinda, supostamente por asfixia numa cela superlotado .

De acordo com o mesmo relatório, a maioria dos graves abusos relatados por imigrantes expulsos (Incluindo a violência sexual, tortura e tratamento desumano) ocorreu em centros de detenção que estão sob a tutela do Ministério de Interior Angolano.

O governo tomou medidas limitadas para processar ou punir os funcionários que cometeram abusos, no entanto, a responsabilidade era fraco devido à falta de capacidade institucional, numa cultura de impunidade, e a corrupção generalizada.

Houve relatos de que o governo ou seus agentes cometeram prisões arbitrárias ou assassinatos, incluindo assassinatos politico. Os partidos políticos da oposição ,Ativistas de direitos, e a imprensa privada informara que os apoiantes de partido do Governo e as forças de segurança mataram arbitrariamente pelo menos oito pessoas durante o ano de 2012.

Por exemplo, em 3 de outubro, a polícia de Luanda, alegadamente matou um detento. Polícia prendeu o jovem sob a acusação desconhecidos, realizara a prisão durante a noite, dia seguinte seu familiar fora buscar o corpo no necrotério. A família alegou que o seu corpo foi mutilado, e que parecia seu filho havia sido espancado até a morte. Autoridades não tomou nenhuma ação adicional.

A organização direito humana afirmou que membros da Polícia Nacional matou sete civis desarmados em 7 de dezembro no bairro de Luanda Cacuaco. Os sete homens foram encontrados algemados e deitados no chão. Alguns parecia ter sido espancado até a morte, enquanto outros tinha sido baleado, o estilo de execução. A organização de direitos humanos sugere que os homens podem ter sido ladrões e que a polícia matou extrajudicialmente para enviar uma mensagem.

O relatório relata Desaparecimento de dois Ativistas Alves Kamulingue e Isaías Kassule, líderes de um grupo que se autodenomina o União de Movimento Patriótico (MPU), desaparecera em maio do 2012.

De acordo com o MPU, capangas apoiadas pelo governo Angolano sequestraram os dois líderes MPU em operações separadas. Muitos líderes da sociedade civil suspeita que os Jovens já foram mortos, porque ate momento não houve nenhum esclarecimento da autoridade angolano sobre o causo.

Em novembro de 2011 ativista Rafael Marques acusava nove generais - sócios da Lumanhe, Extração Mineira, Importação e Exportação, Lda. e da empresa privada de segurança Teleservice - de "actos quotidianos de tortura e, com frequência, de homicídio" contra as populações dos municípios concessionados para a extracção mineira.

A 13 de Junho, a Procuradoria-Geral da República (PGR) de Angola concluiu que a queixa-crime apresentada por Rafael Marques "não tem qualquer fundamento", decidindo pelo "indeferimento e arquivamento".

No processo de inquérito n.º4/12,a PGR angolana considera que "alguns dos factos" denunciados por Rafael Marques "não foram comprovados" e conclui que houve uma "construção teórica sem qualquer suporte factual e jurídico-legal".

Ou seja, não há provas de que os generais angolanos "tiveram qualquer participação, directa ou indirecta" nos episódios relatados pelo activista, autor do livro "Diamantes de Sangue, Corrupção e Tortura em Angola", que investiga desde 2004 as práticas relacionadas com a extracção mineira em Angola, sobretudo na região diamantífera das Lundas.

Os mesmos nove generais acusaram ActivistaRafael Marques de difamação e calúnia em Portugal no final de 2011.

Embora a Constituição prevê um sistema judiciário independente, o sistema Judiciário Angolano permaneceu ineficaz, ineficiente, corrupto, e sujeito a executivo e influência política. Embora a lei prevê um independente e imparcial judiciário em matéria civil, o Poder Judiciário encontrou interferência política. Havia grandes atrasos nos julgamentos no Supremo Tribunal.

O Departamento de Estado também denunciou a repressão contra o jornalista da media privada, quem critica o governo pode sofrer sanções econômico e repressão dos empresários do regime,muito jornalista privada as vezes reduze o seu apoio nos Partidos da Oposição para não sofrer sanções econômico.

NP

 
Jornal de Angola volta a atacar a Justiça portuguesa e as “elites corruptas” PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Escrito por Kamba de Almeida   
Terça, 23 Abril 2013 05:52

Jornal de Angola volta a atacar a Justiça portuguesa e as “elites corruptas”  

Director do jornal diz que a Justiça portuguesa tem "dois pesos e duas medidas".

O Jornal de Angola voltou a atacar a Justiça portuguesa num artigo de opinião do director do diário a propósito da condenação de Maria Eugénia Neto, viúva do primeiro Presidente de Angola, Agostinho Neto, pelo crime de difamação da historiadora Dalila Cabrita Mateus.

Num artigo, com a data de domingo na edição online do jornal, intitulado “Pobre justiça portuguesa”, o director, José Ribeiro, diz que “os fascistas nunca conseguiram” levar Maria Eugénia Neto aos tribunais plenários, “porque ela se escapou por entre as suas garras”,” mas no Portugal de hoje, dominado pela crise financeira, por elites corruptas e pela perda de valores de toda a natureza, ela foi julgada no Tribunal Criminal de Lisboa e condenada”.

Maria Eugénia Neto foi condenada a 19 de Abril a 150 dias de multa e ao pagamento de uma indemnização de 2000 euros a Dalila Cabrita Mateus, que acusou Neto de difamação pelas suas declarações numa entrevista ao Expresso, em Janeiro de 2008. Interrogada sobre os acontecimentos de 27 de Maio de 1977 em Angola, um confronto entre facções do MPLA de que resultaram vários mortos, e sobre os quais Dalila Mateus escreveu o livro Purga em Angola, a viúva de Neto chamou-lhe "desonesta" e "mentirosa".

O artigo de opinião do Jornal de Angola começa por lembrar que Maria Eugénia Neto “enfrentou com coragem o regime fascista e colonialista de Lisboa”; salienta a “grande mulher que acompanhou e deu a sua vida à luta de libertação dos povos das ex-colónias portuguesas”, acrescentando que “na História de Portugal não há nenhuma mulher com a dimensão de Maria Eugénia Neto”.

“Por isso muitos a odeiam. Mas Maria Eugénia Neto tem um amor e um carinho especial pelo povo português. Mostrou isso sempre e muito especialmente em 1978, quando os presidentes Ramalho Eanes e Agostinho Neto decidiram, em Bissau, dar livre curso à História e reatar as relações que outros dirigentes portugueses cortaram, envenenaram ou simplesmente desprezaram”, diz o articulista.

Depois de várias considerações sobre o livro de Dalila Cabrita Mateus, que considera “um tributo notável à desonestidade intelectual, à aldrabice, ao ressentimento, ao ódio contra Angola”, o director do jornal lembra que, “há dias, o Ministério Público de Lisboa mandou arquivar uma queixa apresentada por generais angolanos contra um ‘activista’ [Rafael Marques] que os acusou de assassinos e torturadores”.

“O magistrado que apreciou a queixa mandou arquivá-la, porque o autor de tão graves acusações apenas fez uso da ‘liberdade de expressão’. O mesmo serviço que assim decidiu recusou agora a Maria Eugénia Neto o mesmo direito. Dois pesos, duas medidas”, acrescenta.

A concluir, o director do Jornal de Angola diz que “um tribunal português conseguiu julgar Agostinho Neto e os seus camaradas na pessoa de Maria Eugénia Neto”.

“Pobre justiça portuguesa!”, afirma.

Jornal PUBLICO

 

 
Rescova afasta opositores PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Segunda, 22 Abril 2013 15:34

Rescova afasta opositores

Lisboa – Está a ser atribuído um clima de fricções internas na direção da JMPLA, consubstanciado em acusações segundo as quais o seu líder Sérgio Luther Rescova Joaquim estaria afastar membros do Secretariado Nacional sem o conhecimento do Bureau Político do MPLA.

Fonte: Club-k.net

Para se prevenir do congresso de 2014

O alto responsável do braço juvenil do partido no poder é acusado de ter afastado a sua segunda secretaria nacional, a deputada Emília Carlota Dias tendo colocado em seu lugar Francisco Boaventua Chipata, até apouco tempo primeiro secretário municipal da JMPLA em Viana. Terá igualmente afastado do Secretariado nacional quadros como o deputado Raúl Augusto Lima e Nhanga de Assunção que no executivo exerce as funções de Secretario de Estado para ajuventude.


As referidas mexidas ocorreram à margem reunião ordinária do Comitê Nacional da JMPLA, realizada na cidade do Wako Kungo, município da Cela, na província do Kwanza Sul, que para além de questões atinentes a vida interna da organização, foram analisados temas versados a estratégias para o combate ao consumo excessivo de bebidas alcoólicas, pelos jovens, o desemprego, a delinquência juvenil e a degradação de valores morais e cívicos.


A JMPLA deverá realizar o seu congresso em 2014, porém, vozes internas, destacam os afastamentos do Primeiro Secretario Nacional como uma ação destinada a evitar concorrentes na disputa eleitoral. “Como há congresso no próximo ano, ele varreu estes dirigentes para não ter opositores”, considerou um observador lembrando que Rescova tinha com a sua demitida segunda secretaria nacional, uma relação privilegiada visto que Carlota Dias é madrinha de um dos seus filhos.

 
Como José Pedro de Morais chantageou Dos Santos PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Escrito por Kamba de Almeida   
Segunda, 22 Abril 2013 15:27

Como José Pedro de Morais chantageou Dos Santos

Lisboa - Os relatos, em círculos de inteligência, segundo os quais o poder de imposição do Presidente José Eduardo dos Santos (JES) estaria, nos últimos anos, a repelir-se ao ponto de começar a ser chantageado por membros do seu regime, são pormenorizados num “assessement” ao qual o Club-K, teve acesso. O exemplo mais emblemático é o caso do antigo ministro das finanças, José Pedro de Morais Júnior que em 2008 deixou o governo por divergências com o chefe do executivo.

Fonte: Club-k.net

Ex- Ministro alegou ter provas que embaraçam o PR

Na sequência de vários desfalques de centenas de milhões de dólares das contas públicas, o Presidente José Eduardo dos Santos chegou a ordenar um inquérito ao então ministro, José Pedro de Morais, e a sua prisão, a posteriori.


Durante o interrogatório a que foi sujeito por oficiais dos Serviços de Inteligência e Segurança de Estado (SINSE), José Pedro de Morais apresentou fotocópias de documentos e ordens assinadas por José Eduardo dos Santos para que se efectuassem transferências ilícitas de fundos para familiares seus.


José Pedro de Morais garantiu que tinha os originais em segurança nos Estados Unidos da América e, se algo lhe acontecesse, os documentos seriam publicamente revelados, o que provaria o envolvimento directo do Presidente em actos de suborno e alta corrupção.

Dos vários documentos partilhados por José Pedro de Morais com o SINSE ressaltou o pagamento de US $40 milhões de dólares de uma suposta dívida pública do governo provincial do Huambo à sua irmã Marta dos Santos – a “Mana” Marta. O então ministro das Finanças explicou como se utilizava a dívida pública para desviar fundos de estado para familiares escolhidos pelo presidente, e como outros governantes, incluindo ele próprio, apanhavam a boleia para também saquearem a sua parte.


José Pedro de Morais contou que não só a Mana Marta não prestou serviços ao governo do Huambo, para reclamar a dívida, como cobrou duas vezes, sempre com ordens escritas do presidente. Ganhou assim US $80 milhões.


Mana Marta tem estado a construir vários empreendimentos imobiliários em várias zonas da cidade em Luanda, incluindo duas torres junto ao Cine Tropical, no Maculusso.


Após se ter dedicado ao álcool, durante anos, com receio de ser morto, Pedro de Morais tem sido reabilitado aos poucos, por intervenção directa do general Higino Carneiro. Enquanto ministro das Obras Públicas, o general Higino Carneiro teve a vida facilitada no aboletamento dos fundos da linha de crédito do Brasil, em parceria com a Odebrecht, pela cumplicidade de Pedro de Morais. Como retribuição da lealdade, Higino Carneiro recuperou o antigo ministro e colocou-o como seu assessor no Kuando-Kubango, província que actualmente governa.


Para o efeito, José Pedro de Morais apenas realiza as suas viagens de Luanda a Menongue no seu jato privado, que permanentemente fica à sua disposição na pista do Menongue.

 
Francisco Viana do BD em Benguela Muda-se para CASA-CE PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Escrito por Kamba de Almeida   
Sábado, 20 Abril 2013 07:16

Francisco Viana do BD em Benguela Muda-se para CASA-CE

Depois de sucessivos percalços, que levaram ao adiamento desta sua tomada de posição, foi na manhã desta sexta-feira, finalmente apresentado ao Conselho Presidencial da CASA-CE Francisco Viana (na foto), como seu novo membro.

O distinguido político de Benguela deixa assim o BD, bloco democrático juntando-se as fileiras da mais nova formação política, a terceira do parlamento.

O acto de apresentação pública deverá ter lugar no próximo dia 22, na cidade das acácias rubras.

CASA-SE

Actualizado em Sábado, 20 Abril 2013 07:20
 


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