| A Unita transformou-se nos últimos tempos num instrumento da sua autodestruição – Gen. Black Power |
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| Notícias |
| Escrito por Kamba de Almeida |
| Sábado, 11 Agosto 2012 15:00 |
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A Unita transformou-se nos últimos tempos num instrumento da sua autodestruição – Gen. Black Power DEIXE O SEU COMENTÁRIO POR FAVOR!
Li atentamente o artigo do Gen. e deputado a Assembleia Nacional, Abílio Kamalata Numa,que em tempos também se chamou “Mao”de 8 de Agosto.Por uma questão de profissão sou chamado a fazer uso do direito de resposta consagrado por leie consequentemente um cruzamento de informação . Neste contexto, contactado o Gen. Black Power acusado pelo ex Secretário geral da UNITA, Kamalata Numa de se ter vendido ao MPLA e conotado como “um dirigente com carácter que não merece respeito de todos aqueles que lhe deram o estatuto que tem; nomeadamente o povo do Kuando Kubango, os companheiros das ex-FALA, da LIMA, da JURA por olhar apenas para si e reconhecer estar errado só depois de 38 anos de militância na UNITA”,o General Black Power, sereno comentou o seguinte: “Devia ignorar o artigo do Gen. Numa porque reflecte o pavor que se instalou nas hostes de Samakuva, por não ter aprendido com os erros do passado e continuar a perder tempo com acusações falsas à comunidade internacional, ao governo e à CNE, perante mais uma derrota no pleito eleitoral que se avizinha pois, a Unita devia entender que só se ganha eleições acomodando e valorizando os quadros do partido (cabos eleitorais) e mobilizando constantemente os militantes do partido e a população em geral. Tchindandi vai mais longe e diz: “Kamalata Numa deve lembrar-se que dos Cabos de Guerra injustamente encarcerados no Andulo por seteremoposto a estratégias erradas que culminaram com a derrota militar da Unita só sobrevivem dois: - Black Power e Numa . Assim eu –Black Power, ´faço este comentário para reavivar a memória do Numa sobre o bárbaro assassinato do Gen. Bock, do Gen. Antero, do Gen. Tarzan, do Gen. Assobio da Bala, do Brigadeiro Brito e outros companheiros degolados que deixaram viúvas e órfãosde que a Unita já se esqueceu e que sobrevivem graças ao programa que o Governo tem levado a cabo a bem de todos os angolanossem discriminação. Kamalata Numa enquanto secretário geral da Unita concedeu uma entrevista ao Folha 8 onde atacou fortemente os seus colegas apelidando-os de empresários à soldo do governo e que na sua visão na eventualidade da Unita tomar conta do poder não estaria disposto a ser funcionário público (Não tem visão de Estado). No mesmo artigo disse que todos os angolanos nascidos nos anos 40, deviam deixar o poder (Anarquia política). Em reuniões de alto nível, Kamalata Numa sempre disse que quem não quisesse seguir o pensamento do actual grupo dirigente da Unita devia sair, pois ninguém faz falta e ninguém é insubstituível (Irresponsabilidade). Kalata Numa, então secretário geralviu impavidamente o pugilato de que foi alvo o Dr Keny, em plena reunião de alto nível assim como a humilhação de que foi alvo Abel Chivukuvuku e outros altos dirigentes do Partido, inclusive o General Chiwale co-fundador da UNITA , o mesmo Chiwale que na década de 70 do século passado havia descoberto e projectado entre os pastores de gado nas áreas de Tchimporo um jovem que hoje é o Gen Numa (Ingratidão e arrogancia). Kamalata Numa sáiba que o Black nunca entrou em pânico e mesmo quando a Unita recuou para as matas em debandada, em Fevereiro de 1976, o Black não optou pela fugapara aNamibia (Delta) como muitos o fizeram e hoje se intitulam donos da Unita. Eu fui para o Kueley onde acolhi muitos companheiros como o respeitoso Eng. Joaquim Ernesto Mulato com o qual ainda tenho lembrado amiudadasvezes a célebre afirmação “No Kandingo nós já violamos”. Em relação aopovo do Kuando Kubango que está rejubilado com a minha decisão e dos companheiros das ex FALA , Gen. Numa sáiba que a Unita conviveu por muito tempo com um descendente de Mwene-Vunonge de onde vem o nome de Menongue e que a Unita não soube valorizar esta elite. Por isso não haja arrependimentos, nem lágrimas de crocodilo, pois os títulos que o Black ostentou e ostenta resultaram do seu próprio mérito e não são oferta de ninguém. Tenho recebido congratulações de muitos companheiros das ex-FALA sinceros e de todos os quadrantes de Angola e na diáspora pela leitura desapaixonada que fiz sobre a situação em Angola, e sobre a incompetência da actual direcção da Unita que não consegue adaptar-se à cadência do desenvolvimento do país pelo que a minha opção pelo MPLA não tem nada a haver com bens materiais, mas sim com a busca da valorização que o MPLA dá aos angolanos com os quais se pode resolver os problemas do povo. O Gen. Numaaprendeu como eu, que a vida dos homens sobre a terra é a prática e a prática é o critério da verdade. Se o Gen. edeputado Numa em vez de perder tempo com acusações e ataques pessoais ao Presidente da República e aos seus companheiros, utilizasse os meios materiais e financeiros que a Assembleia Nacional coloca a sua disposição e fizesse deslocações à Mavinga, Rivungo, Likua , Luyana (Jamba) e à Angola profunda, teria constatado que a população arrastada do centro de Angola pela Unita para as referidas áreas e abandonada à sua sorte está sendo assistida pelo Governo. Por isso, em vez de perder tempo com o fantasma da fraude eleitoral, a UNITA devia apresentar aos angolanosum projecto de sociedade e um programa credívelporque o projecto do Muangai, que já não existe. O povo angolano já não se deixa enganar por manobras maquiavélicas, nem se compadece com a ignorânciae miopia política num mundo globalizado. A UNITA vai perder as próximas eleiçõestal como aconteceu em 2008 porque o principaladversário da UNITA é a própria Unita”, rematou o General Black Power. Pedro também disse que não conhecia Jesus Quem também deu seu parecer foi o jornalista Armando Ferramenta para quem o General Numa não é honesto. “O General Numa, há-de ser lembrado pela História como aquele militar a estudar. É na verdade uma amostra rara de soldado que abandonou o seu Alto Comandante no dia 22 de Fevereiro de 2002. A História das guerras não tem exemplos iguais. O normal para a ciência militar seria morrer lutando para defender o chefe, ou capturado lutando e nunca fugir sem reagir. Será sempre o último cúmplice interno pela morte de Jonas Savimbi". Questionado se era um jornalista desconhecido, Ferramenta fez saber que não. “Pedro também disse na meia noite santa, antes mesmo do cantar do galo, diante dos soldados de Pilatos que não conhecia Jesus". Este Ferramenta que vos fala- recordou- é o mesmo que foi à vila Artur de Paiva, Kuvangu se quiser em 1999, na companhia de Rui Barcelar da RFI e de Stephen Smith do “Le Liberation” para reportagens de guerra e lança um recado :“A memória , está para umpolítico como a espada para um General". Falando da possibilidade de uma sangria na Unita assisada pelo Gen. Numa, este jornalista que durante mais de 20 anos serviu as rádios e jornais da Unita disse: “Se haverá outra gente pronta a abandonar a Unita e com “razões bem colocadas”, como diz oGeneral Numa, então não temcom que se preocupar e justifica: “ Razões bem colocadas não são criticáveis” - frisou o jornalista que de igual modo recusa as adjectivações que lhe são imputadas. “Nunca fui um infiltrado. São acusações irresponsáveis que não podem ser provadas em juízo e que só visam denegrir o meu bom nome em violação do número 1 do Artigo 32ºda Constituição". JP DEIXE O SEU COMENTÁRIO POR FAVOR!
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