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Escrito por Redacção
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Sábado, 04 Maio 2013 06:03 |
Agrupamento Os Kiezos sobe domingo ao palco do Kilamba no Muzongue de Maio
Luanda - O agrupamento Os Kiezos sobe este domingo (5 de Maio) ao palco do Centro Cultural e Recreativo Kilamba, em Luanda, no âmbito do programa Muzongue da Tradição, com o intuito de recordar alguns dos seus antigos interpretes, entre os quais Vate Costa, Zecax, Juventino, já falecidos, e Adolfo Coelho. De acordo com o responsável do espaço, Estêvão Costa, que avançou a informação à Angop, a intenção é levar o público a relembrar as principais figuras que deram peso ao agrupamento e suas canções, tendo em conta o sucesso alcançado ao longo dos anos. “É um conjunto de referência no mercado musical angolano e tem um legado bastante rico que deve ser ouvido sempre. Portanto, dentro da sua programação, o Kilamba traz de volta ao seu palco, dois anos depois da sua última actuação na casa, Os Kiezos, para satisfazer a inúmera legião de fãs”, asseverou. O responsável adiantou que o programa, que terá ainda como convidados os artistas Bangão e Proletário, servirá igualmente para uma homenagem singela ao artista Nick. Os Kiezos, formado na década de 60 por jovens oriundos de famílias humildes, animaram inicialmente festas de bairros, onde se notabilizou, granjeando o reconhecimento nacional. Motivado por uma paixão pelos ritmos nacionais, a sua música integrou, muitas vezes, influências de estilos musicais de artistas congoleses, latino-americanos, entre outros. Absorveram igualmente linhas melódicas de agrupamentos nacionais como os Negoleiros do Ritmo, Musangola e os Gingas. Apesar dessas influências, a banda não perdeu a sua originalidade em termo de ritmos, que o tornaram num dos maiores executantes da música popular urbana de Angola. Ao longo do seu percurso, Os Kiezos foram autores de músicas como “Milhoró”, “Comboio”, “Princesa Rita”, “Zá Boba”, “Monami”, “Jingololo”, “Tristezas não Pagam Dívidas”, temas que marcaram a vida de angolanos nas décadas de 70 e 80. Com 35 anos (1976) de carreira, o grupo teve como expoentes máximos o percussionista António Miguel da Silva (Kituxi), o vocalista Adolfo Coelho e o guitarrista Anselmo de Sousa Arcanjo (Marito). Este último, foi considerado um dos mais talentosos solistas do cancioneiro angolano dos anos 70 e 80, na mesma época em que pontificava ainda o guitarrista Zé Keno, de “Os Jovens do Prenda”. O Musongué da Tradição é um programa que teve o seu início em Fevereiro de 2007 e visa a promoção, divulgação e valorização da música angolana produzida nos anos 60, 70 e 80. O agrupamento Jovens do Prenda e os artistas Zecax, Dom Caetano e Proletário foram os primeiros convidados. O programa acontece mensalmente no primeiro domingo de cada mês. O evento faz parte da grelha de programas do Centro Recreativo e Cultural Kilamba, antigo Maria das Escrequenhas, que tem ainda "Farrar ao Antigamente" e "Show à Sexta-Feira". Reinaugurado em Dezembro de 2001 pelo Presidente da República, José Eduardo dos Santos, depois de longos anos voltado ao abandono, o Kilamba se tem dedicado nos últimos anos a promoção e a valorização da música angolana dos anos 1950, 60 e 70.
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Escrito por Redacção
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Sábado, 04 Maio 2013 06:00 |
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Ministra quer maior investigação sobre danças angolanas
Luanda – A ministra da Cultura, Rosa Cruz e Silva, considerou hoje, em Luanda, necessário intensificar o trabalho de investigação sobre as danças angolanas, envolvendo os professores e todos quantos se entregam pela materialização dessa arte.Ao intervir no acto de encerramento do seminário de dança, promovido pelo seu pelouro, no âmbito do 29 de Abril, Dia Mundial da Dança, disse ser esta uma das melhores formas de prestar tributo a todos aqueles que iniciaram as diferentes maneiras de dançar, desde o kizomba, kilapanga, varina, cabecinha e demais estilos.“Há uma lista enorme de danças. Se calhar, eu referi aquelas que são mais conhecidas em Luanda. Há danças em toda Angola e é dessas que nós vamos ter que falar, interpretar e partilhar com o resto do mundo. No entanto, é preciso conhecer, estudar e formar”, asseverou.Fez saber que o ministério está atento às várias preocupações dos bailarinos e pontualmente, na medida das possibilidades financeiras e condições humanas, vai resolvê-las.“Nós não deixamos o nosso passo, mas acredito que pode ser acelerado, para nós conhecermos as diversas expressões da dança em Angola, de modo a que possamos transformá-las, adaptá-las e actualizá-las no contexto e interesse da nossa estética, para nos aproximarmos aos outros países mais desenvolvidos, sem esquecermos a nossa matriz”, indicou.Nesta data em que se comemora o Dia Mundial da Dança, Rosa Cruz e Silva deixou aos grupos, que se vão multiplicando em Luanda e por todo o país, a recomendação de investirem continuamente no conhecimento, buscando apoio de todos os sectores da sociedade, para poderem brilhar.“Fico muito satisfeita por ver jovens e, se calhar daqui a um tempo, vamos ver crianças a participar em acções de formação, para que a dança, que é uma expressão muito natural, tenha capacidade de atingir patamares mais elevados”, ressaltou.
As professoras angolanas, licenciadas em dança, em Cuba, Elizete Rodrigues, Judite Sumbo e Laritza Carlos, ministraram os temas do seminário de dança, dirigido a quase 35 bailarinos de grupos de Luanda. O 29 de Abril, Dia Mundial da Dança é comemorado anualmente, sob iniciativa do Conselho Internacional da Dança (CID), uma organização interna da UNESCO para todos os tipos de dança. A efeméride, comemorada desde 1982, é em homenagem ao criador do balé moderno, Jean-Georges Noverre (1727-1810).
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Escrito por Kamba de Almeida
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Terça, 30 Abril 2013 06:38 |
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Estou quase recuperado e brevemente regressarei aos ecrãs - Pedro N'zagi
Lisboa - Mensagem do outro mundo. Caros amigos, apreciadores do meu trabalho e outros que nem por isso. Tomei obviamente conhecimento da notícia do meu passamento físico que anda a circular no meu País e que ja tomou proporções internacionais razão pela qual decide esclarecer. Ontem mesmo, domingo dia 29 de Abril de 2013 (é melhor ser bem explícito com as datas), ou seja, data em que supostamente ja fui desta para melhor, estava eu com a minha a mulher e filho a passear pelo parque das nações em Lisboa e a desfrutar de um passeio ao sol, raro por essas alturas na terra de Camões, quando fui abordado por um jovem que me felicitou pelo meu trabalho na televisão mas que estava mais feliz ainda por me encontrar vivo pois lhe haviam dito que eu estava morto. Ora bem, o meu filho de nove aninhos olhou seriamente para mim e no seu português alfacinha perguntou "oh Pai... atão tu estas morto e não me dizes nada? És um chato".
É engraçado não é? Agora imaginem se eu não estivesse com ele nem as minhas cunhadas estivessem com as minhas filhas em Luanda? Compreendo perfeitamente que a minha ausência prolongada do programa esteja a causar alguma estranheza aos mais aficionados e alguma alegria aos mais enjoaditos mas nada justifica a divulgação de mentiras graves e extremamente prejudiciais a minha pessoa. Não se esqueçam que também tenho Mãe, Irmãos, Mulher, Filhos, em suma, FAMÍLIA. Quanto aos jornalistas que ajudaram na propagação desta calúnia, os mesmos que se insurgiram contra a minha nomeação para vários prémios, nao se esqueçam de uma das principais regras do jornalismo (sempre verificar as fontes antes de propagar uma notícia).
Caros, a minha ausência temporária do ainda "Hora quente Com Pedro N'zagi", deve-se sim a razões de saúde, (podem excluir todas as doenças terminais da lista), tive uma paralisia facial periférica, o que me impedia, obviamente, de fazer o programa. Estou quase recuperado e brevemente regressarei aos ecrãs. (Obrigado Sérgio Rodrigues pela coragem).
Para terminar, parem de especular sobre o que não sabem e por favor não envolvam a minha família nessas tramoias, aos que me conhecem pessoalmente, embora esteja em Lisboa o roaming existe e basta uma ligadela ou msg.
Aos mais cépticos... não me parece que os caixões agora venham com redes sem fio nem tão pouco se ouviu falar de facebook no paraíso (não é presunção mas é pra lá que sei que vou).
Sorria mais, sofra menos. Pedro N'zagi
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Actualizado em Terça, 30 Abril 2013 06:55 |
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Escrito por Kamba de Almeida
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Terça, 23 Abril 2013 06:31 |
Solicitada maior divulgação de histórias para crianças na comunicação social
Luanda – A escritora Amélia Dalomba apelou hoje, segunda-feira, em Luanda, à comunicação social a exercer o seu papel, levando as muitas histórias contidas nos livros infantis aos programas, em especial de televisão, para que cheguem aos seus efectivos destinatários (que são as crianças). Amélia Dalomba, que falava à Angop, indicou que, “hoje por hoje”, a televisão ocupa grande parte do imaginário da criança e do adulto, sendo que, em algumas famílias, é o único meio de contacto com o saber. Logo, questionou até que ponto as muitas histórias contadas em livros são aproveitadas em programas televisivos, sendo que hoje as crianças e adultos vêem bastante televisão. A escritora disse que muito tem de ser feito para que a literatura infantil acabe por ser um factor determinante no desenvolvimento da psique da criança. “A literatura infantil tem o condão de levar os menores a viajarem pelo mundo, conhecendo coisas, pessoas, aspectos geográficos e antropológicos”, ressaltou. Além da comunicação social, destacou Amélia Dalomba, a sociedade em si deve saber mais o valor dos livros, quer para as crianças quer para os adultos. A União dos Escritores Angolanos (UEA), constatou a escritora, tem apostado bastante na literatura infantil, cabendo agora incentivar mais as crianças à leitura, trabalho este que parte também dos encarregados de educação.
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Escrito por Kamba de Almeida
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Terça, 16 Abril 2013 06:20 |
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Investigador fala de arte moderna angolana na Hungria
Luanda – O investigador angolano Patrício Batsikama vai dissertar sobre “A arte moderna angolana” na segunda quinzena do corrente mês, na Universidade de Pêcs, na Hungria. Patrício Batsikama, convidado pela Universidade Fernando Pessoa(Portugal), para o evento, disse que falar da arte moderna angolana é discorrer sobre as obras dos artistas plásticos Victor Teixeira “Viteix”, António Ole, António Feliciano “Kidá”, Álvaro Cardoso, António Tomás Ana “ Etona” e Massongui Afonso”Afó”. “Viteix (já falecido) valorizou a pintura rupestre e trouxe a nova gramática pictórica; Ole fala da policronomia(da faceta sócio-cultural, económica e política de Angola); Kidá e Álvaro Cardoso trouxeram uma nova forma de fazer a gravura; Etona regista a história contemporânea angolana onde a razão tolerante é o ponto central e Afó aborda a força da angolanidade quando se aceita a diferença”, ressaltou. São estas e outras ideias que o investigador angolano se baseará para esclarecer os presentes, entre docentes e discentes das várias universidades europeias que vão participar deste evento de cariz científico. Ainda na Hungria, Patrício Batsikama fará um curso intensivo de Gestão Cultural e Políticas do Património Cultural. O evento da Universidade de Pêc é financiado pela União Europeia(UE), sendo que a União Nacional dos Artistas Plásticos (UNAP) e a Embaixada Portuguesa apoiaram a ida do investigador à Hungria. Autores de obras publicadas sobre as origens do Reino do Kongo e sobre a filosofia artística do Etonismo, Patrício Batsikama fez o bacharelato em História na República Democrática do Congo (RDC) e especialização em filosofia de arte, na Universidade Plymouth, Inglaterra (em 2002). Doutorando em Antropologia de Arte pela Universidade Fernando Pessoa (Portugal), o investigador é ainda crítico de arte, tendo textos publicados em vários jornais nacionais e sites internacionais dedicados às artes plásticas.
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Escrito por Kamba de Almeida
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Terça, 16 Abril 2013 06:14 |
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Ministra da Cultura agradece povo argentino por acolher réplica da "Mamã Muxima"
Luanda - A ministra da Cultura, Rosa Cruz e Silva, agradeceu hoje (domingo), em Luján, o povo argentino que recebeu a imagem da “ Mamã Muxima “, no Santuário Lujan, 67 quilómetros da cidade de Buenos Aires, Argentina. A ministra angolana da Cultura, que falava durante a deposição da réplica da Mamã Muxima, disse tratar-se de um acto singular para a história do cristianismo em Angola. "Nós trouxemos a nossa experiência religiosa, manifestando o sentimento de irmandade e solidariedade, respeito, alegria e certeza na fé ", sublinhou. Na mensagem, a governante reconheceu o contributo do povo argentino para que a cerimónia fosse possível. “ Estamos aqui, sentimos uma forte emoção pelo facto da imagem da “ Mama Muxima “ ficar para sempre na Argentina , e os angolanos através deste acto trazem a sua mensagem de paz, para os irmãos argentinos em particular ao mundo no geral “, precisou a ministra. Realçou que o Santuário da Muxima em Angola representa para o mundo católico um local histórico nacional e internacional, por este motivo, segundo a ministra, o Executivo angolano tem em projecto a construção de uma Basílica no local, como reconhecimento. O santuário está situado a 67 quilómetros de Buenos Aires e faz parte da Basílica de Nossa Senhora de Lujan, considerado pelos católicos a padroeira da Argentina, Uruguai e Paraguai.
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Escrito por Kamba de Almeida
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Terça, 16 Abril 2013 05:52 |
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João Paulo Nganga acusa Riquinho de ter usado o seu nome no «Continente» de «forma abusiva»
Luanda - O conhecido sociólogo e jornalista João Paulo Gonçalves Nganga acusou esta semana o sócio maioritário do semanário Continente, Henrique Miguel, Riquinho, de ter feito o uso «indevido e abusivo» do seu nome nas páginas daquela publicação. Fonte: SA Jornalista recusa ligações ao projecto editorial Numa conversa telefónica que manteve na quinta-feira, 04, com o Semanário Angolense, Nganga disse que Riquinho não só inseriu «sem consentimento» o seu nome na ficha técnica do «Continente», como também o usou para outros fins «menos nobres». «Não sou e nunca foi funcionário do jornal Continente», refuta, em termos categóricos, João Nganga, que admite apenas ter sido contactado por Riquinho, para assumir a direcção de Informação do referido órgão, após a saída do jornalista Francisco Cabila.
«Ele teve, de facto, uma conversa comigo para assumir a direcção de Informação do jornal, mas não chegamos a acordo, visto que eu coloquei-lhe uma série de condições, sendo a principal a não interferência da administração, ou seja, do próprio Riquinho nos assuntos da redacção», conta João Paulo Nganga.
O jornalista diz que, após o referido encontro, sem que tivesse obtido uma resposta do empresário, viu com «enorme surpresa» o seu nome estampado na ficha do «Continente» e que, em consequência disso, questionou Riquinho sobre o caso, tendo este lhe dito que o nome em causa era de uma outra pessoa e não o seu. «O meu nome completo é João Paulo Gonçalves Nganga, e no jornal surgiu o mesmo nome, à excepção do apelido “Nganga”», ajunta.
Diz que fez diligências no sentido do autoproclamado «empresário do povo» retirar o seu nome do jornal, mas que Riquinho terá feito ouvidos de mercador.
Consta que o nome de João Nganga já figura no genérico há pelo menos três edições. Divórcio anunciado De costas voltadas
O verniz estalou quando, na edição de 29 de Março, o «Continente» publicou um editorial sob o título «Um recado ao Jornal Agora; todos temos teto de vidro». Na peça em que o «Continente» desanca contra o seu confrade, diz-se que, após a exoneração de Francisco Cabila do cargo de «director executivo», ele foi substituído por João Paulo Gonçalves Nganga. «(…) o Sr. Cabila foi exonerado da função de Director Executivo, dias antes de o mesmo demitir-se e no seu lugar foi nomeado um prestigiado jornalista do nosso mercado (João Paulo Gonçalves “Ganga” », lê-se no jornal.
Questionado sobre se tinha sido o autor do referido artigo, o jornalista, que é igualmente proprietário do semanário Global, disse não ser o autor da peça e que a inserção do seu nome tinha sido feita à sua revelia, «a mando de Riquinho», reforça.
Refere que chegou mesmo a prestar declarações na Procuradoria-geral da República, depois de Riquinho ter envolvido o seu nome num processo em que ele é acusado de ter praticado um crime de calúnia e difamação.
A uma pergunta se iria intentar uma acção judicial contra o «Continente», afirmou que não estava interessado em «alimentar polémicas».
Em relação aos funcionários que abandonaram o semanário Global para engrossar o «Continente», disse que eles estão lá por um «curto espaço de tempo», devido ao facto o jornal, do qual é dono, se encontrar actualmente inactivo. «Tão logo, o “Global” reactar as suas actividades, eles retornarão», assegurou.
Desmentiu a notícia, segundo a qual, ele tinha alienado o «Global» à uma certa empresária baseada em Luanda. «Esta informação não corresponde à verdade», sublinhou, a finalizar.
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