| MPLA acusa concorrentes de falta de sentido de justiça e honestidade |
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| Escrito por Kamba de Almeida |
| Domingo, 19 Agosto 2012 01:19 |
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MPLA acusa concorrentes de falta de sentido de justiça e honestidade
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O primeiro secretário provincial de Luanda do MPLA, Bento Bento, acusou, quinta-feira, as formações políticas concorrentes às Eleições Gerais de 2012 de falta de sentido de justiça e de honestidade, por não conseguirem ver obra feita nos últimos cinco anos, em prol do desenvolvimento do país e bem-estar dos angolanos.
“Saem de carro de Luanda para as outras províncias e não reconhecem as estradas em que caminham. Nas suas casas têm energia e água e não reconhecem. Vão aos hospitais de proximidade construídos recentemente, mas não os reconhecem. É de facto muita desonestidade e com este tipo de políticos Angola não vai a lado nenhum", disse. ![]() Considerou, em declarações à Angop, à margem do jantar conferência com jornalistas, promovido pelo comité provincial do MPLA, que nunca chegarão ao poder, porque o povo sabe o que foi feito e gosta de políticos com sentido de justiça, honestidade e que sejam realistas. De acordo com o político, "nada há a fazer, muitos deles prometeram somalizar Angola e destruir e não conhecem o que é construção, não sabem o que é construir uma infra-estrutura para o bem do povo". “Falta muito para eles entenderem o que é desenvolvimento, o que são de facto obras feitas pelo Governo do MPLA, direccionadas para o bem-estar dos angolanos”, asseverou. Bento Bento avançou que "a falta de seriedade da oposição leva a colocar de parte os resultados alcançados com a execução por parte do Governo do MPLA de projectos sociais, ligados à construção e reconstrução de infra-estruturas básicas como escolas, hospitais, estradas, entre outros". “Todos quantos almejam chegar ao poder e não tenham sentido de justiça e de honestidade, nunca chegarão a ser bons governantes. É necessário que, mesmo na diferença, aceitemos e julguemos as coisas com justiça e quem não tem olhos de ver, então não tem rumo a seguir”, disse. Adiantou que o MPLA continuará a promover acções de promoção do bem-estar dos cidadãos, principalmente as ligadas a edificação de empreendimentos de impacto social, como hospitais, escolas e estradas. Manifestou-se satisfeito com o desenrolar da campanha do seu partido no país, particularmente na capital Luanda, tendo destacado a adesão significativa de amigos e simpatizantes do MPLA no processo. O programa de governo do MPLA tem como eixos fundamentais a consolidação da paz, o reforço da democracia, a preservação da unidade e a coesão nacional, garante dos pressupostos básicos necessários ao desenvolvimento e melhoria da qualidade de vida dos angolanos. Estabelece ainda como centro da acção o povo e propõe-se desenvolver formas de interacção, entre o Executivo e as forças vivas da Nação, envolvendo órgãos de soberania, confissões religiosas, formações políticas, organizações não governamentais, bem como outras sensibilidades da sociedade civil. Nas primeiras eleições, realizadas de 1992, MPLA obteve dois milhões, 124 mil 126 votos (53,74 por cento), tendo assegurado 129 assentos na Assembleia Nacional, constituída por 220 deputados. Na altura votaram três milhões, 952 277 eleitores. Nas Legislativas de 2008, ganhou com quatro milhões, 414 mil 738 votos (81.64 por cento), correspondentes a 191 lugares no Parlamento. O universo de votantes foi de sete milhões, 213 mil 246, dos oito milhões, 256 mil 584 de eleitores registados.
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