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Escrito por Ricardo Sousa
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Terça, 18 Junho 2013 17:31 |
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Mais de 15 mil pessoas saíram à rua Sábado, 15 de Junho, em protesto contra a onda de homicídios de camponesas, na localidade diamantífera de Cafunfo, município do Cuango, província da Lunda-Norte.  Milhares de pessoas manifestaram-se no Sábado, dia 15, em Cafunfo, no município do Cuango, província da Lunda-Norte, em protesto contra a onda de violência contra camponesas que se tem verificado na região.  Os manifestantes, na sua maioria mulheres, exibiram fotografias de camponesas vítimas de violência, cujos corpos são muitas vezes mutilados e queimados. Quase todos estes crimes de homicídio têm ocorrido em lavras situadas nas cercanias da zona de concessão diamantífera da Sociedade Mineira do Cuango.  “As mulheres de Cafunfo apareceram em massa. As mulheres estão furiosas, incluindo eu própria. Aqui matam as mulheres de forma macabra e a polícia e o governo cruzam os braços”, lamentou Paula Muacassenha, uma das organizadoras do protesto.  Estima-se que mais de 15 mil pessoas tenham participado na manifestação. A região do Cuango tem registado grandes manifestações populares a favor do direito à vida e da dignidade humana.  O representante regional do Partido de Renovação Social (PRS), Domingos Marcos Kamone (na foto, à esquerda, com boina e camisa aos quadrados), foi um dos vários detidos pela Polícia Nacional no final da manifestação.  Segundo depoimentos dos manifestantes, agentes da Polícia Nacional interromperam o protesto com um forte tiroteio. “A manifestação foi ordeira e pacífica. Quem arranjou confusão foi a própria polícia com os seus disparos”, disse um manifestante.  Soldados das Forças Armadas Angolanas (FAA) e agentes da Polícia Nacional efectuaram várias detenções. Pelo menos 18 manifestantes foram detidos.  Soldados das FAA continuaram a patrulhar as ruas da vila de Cafunfo e a proceder a detenções arbitrárias no seguimento da manifestação de Sábado. Fonte: Maka Angola
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Actualizado em Terça, 18 Junho 2013 18:15 |
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Escrito por Redacção
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Sexta, 14 Junho 2013 11:39 |
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"Acabo de passar por uma situação que não desejo à ninguém !!! Três miúdos armados puseram-se frente ao meu carro no Rangel e levaram o que acharam que deveriam levar... Disseram : "nos dá dinheiro senão vamos te matar " levaram a minha pasta que tinha entre outras coisas, a carteira de bolso com todos os documentos , dinheiro ... imaginem só até o chinelo também tiraram dos meus pés ... Epa , já não sei o que dizer !!! Um deles ainda disse : "vou lhe dar então um tiro, mas parece graças à Deus que os outros não concordaram!!! Cheguei a casa e lembrei- me que esqueci os telefones em cima da cama e o iPad a carregar , senão também já era ... o mais importante ficou , a VIDA ... fiz a queixa na esquadra e cá estou só a pensar em tudo o que aconteceu como se de um filme se tratasse !!! Por um instante vi a agonia de perder a vida .." A publicação foi feita através da rede social,Facebook,onde o músico partilhou o sucedido com fãs e amigos.
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Escrito por Redacção
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Quinta, 13 Junho 2013 09:42 |
CRIME PASSIONAL OU DÍVIDA,na origem deste acto hediondo?
Ainda estão por apurar muitos factos numa história cheia de contornos macabros, mas para já sabe-se que Barbara Nogueira teria um relacionamento amoroso com a autora do crime Judithda Silva.
Segundo Judith da Silva, o envolvimento de uma terceira pessoa entre as duas está na origem do desentendimento.Esta afirmou ainda perante as autoridades que respondeu a um ataque de Barbara, com um porta-mina,e em sua defesa Judith respondeu com várias facadas,acto que causou a morte de Barbara Nogueira.
Uma outra fonte terá garantido que uma divida de cerca de 15 mil dólares que Barbara Nogueira reclamava, pode estar na origem da tragédia.
Aguardamos por mais informações e a confirmação da policia angolana, sobre este caso que abalou o país.
Fonte: O País
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Escrito por Redacção
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Terça, 11 Junho 2013 16:03 |
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Johanesburgo – Um grupo de pacientes angolanos que se encontravam hospitalizados no hospital Louis Pastor, em Pretoria, foi notificado, no passado dia 1 de Junho, a abandonar aquela unidade hospitalar como forma de persuadir o sector de saúde junto da embaixada de Angola naquela cidade, a proceder com os pagamentos de dividas, que tem com aquela instituição.
Fonte: Club-k.net Os referidos doentes que estão de junta medica pelo Estado angolano, foram de seguida transferidos para casa de transito sob alçada do referido sector de saúde localizadas nos bairros, Kilner Park, Konstantian Park e Wonderboom, na zona urbanda de Pretoria. O caso terá chocado a comunidade a comunidade angolana, sobretudo ao tomarem conhecimento do caso de uma paciente, Ana Alberto que foi abrangida quando se encontrava prestes a entrar para o bloco operatório para uma intervenção cirúrgica (que não chegou acontecer por efeito da referida retaliação). Por outro lado, altos responsáveis da embaixada angolana, que tomarem conhecimento do assunto manifestaram-se descontentes com a situação e procuraram entender o porquê o seu sector de saúde, não honrou com os pagamentos aos hospitais que cuidam dos doentes angolanos visto que recentemente, o ministério da saúde em Angola, colocou verbas a disposição para as despesas do mês de Junho.
Os doentes de junta medica angolana enviados para a África do sul, eram inicialmente tratados em diversos hospitais de referência neste país. Durante os últimos tempos, e por força de um acordo cujo conteúdo se desconhece, os pacientes passaram a ser internados no Hospital Louis Pastor, onde geralmente são atendidos por médicos estagiários. Porem, os doentes que chegam com alguma referencia “superior” de Luanda ou que sejam conotados a alguma família do regime são levados para outras unidades hospitalares de referencias.
Os diplomatas angolanos em Pretoria aguardam que o sector de saúde daquela missão diplomática resolva a situação de forma a preservar vidas humanas.
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Actualizado em Terça, 11 Junho 2013 18:13 |
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Escrito por Ricardo Sousa
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Quinta, 06 Junho 2013 22:38 |
Os restos mortais de Bárbara Marise Menezes de Sá Nogueira foram enterrados ontem, às 10h00 no Cemitério do Alto das Cruzes, em Luanda num ambiente de muita consternação.
A gerente do Banco Millenium Angola (Sede da Rua Joaquim Kapango) foi assassinada à facada por Judite Maria da Graça da Silva e mais quatro cúmplices, por motivos ainda não esclarecidos pela Polícia Nacional. Familiares, colegas e amigos foram ao Cemitério do Altos das Cruzes acompanhar a vítima à última morada. Estavam presentes mais de 500 pessoas em choque com o desfecho do caso, porque a vítima tinha desaparecido na passada quinta-feira, depois de deixar uma filha de 11 anos no colégio. Bárbara Marise Menezes de Sá Nogueira é mãe de duas adolescentes e foi brutalmente assassinada pela mandante do crime e seus cúmplices. Foi ela que mostrou aos agentes da Polícia Nacional o local onde se encontrava o corpo da vítima, com evidentes sinais de tortura e cheio de facadas. Carinhosamente tratada por “ Samora”, a bancária, de 38 anos, desapareceu no passado dia 30 de Maio, depois de ter deixado a filha Pérsia Alexandra Meneses de Sá Nogueira, de 11 anos, na escola. Depois foi à Filda para uma reunião com um cliente até ao momento não identificado. O seu carro foi encontrado nas imediações do local do crime, com a matrícula tapada. Fonte: Jornal de Angola
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Actualizado em Quinta, 06 Junho 2013 22:46 |
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Escrito por Ricardo Sousa
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Quinta, 06 Junho 2013 22:25 |
Depois do choque, tenta-se descobrir a verdade.
Ainda não se sabe o que motivou o assassinato de Samora, mas já está detida a suspeita do crime, de nome Judith, que terá "executado" a gerente da sede do Banco Millennium Angola.
Pelas redes sociais correm várias versões, de entre as quais a de que Judith e Bárbara de Sá Nogueira (Samora) não eram amigas, embora tivessem sido vizinhas há anos. A teoria de que Judith pode ser psicopata já circula: "Ela estava a ser procurada pela Interpol, já tinha raptado uma criança", comenta-se pelas redes sociais Facebook e Instagram. Contam também que Judith terá convidado Samora a ir à sua casa nos prédios novos da FILDA, depois da reunião com supostos clientes. Já em casa, a gerente do Millennium Angola terá sido atacada com uma faca no pescoço e posteriormente violada pelos homens que acompanhavam Judith, a mando desta última. A cara da vítima ficou totalmente desfigurada: "Não queiram ver como a minha mulher ficou", disse o marido em entrevista à TV Zimbo. Segundo o marido da vítima a suspeita terá confessado o crime aos investigadores da polícia nacional. A detenção de suposta autora do crime foi anunciada ontem, 5 de Junho, pelo ministro do Interior, Ângelo da Veiga Tavares. Fonte: Sapo Banda
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Actualizado em Quinta, 06 Junho 2013 22:31 |
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Escrito por Redacção
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Segunda, 20 Maio 2013 06:22 |
Morte de angolano que sofreu 'cirurgia polémica' choca comunidade A morte de um cidadão angolano, ocorrida terça-feira, alegadamente por insuficiência respiratória, no Hospital de Faro (região de Algarve, sul de Portugal), e que tinha sofrido uma "cirurgia polémica" há nove anos, está a chocar a comunidade angolana na diáspora lusa.
Orlandino João Pedro, 37 anos, deu entrada no Hospital de Faro no dia 2 de Maio último, “por falta de ar”, acabando por perder a vida terça-feira, disse à Angop fonte próxima da família, que adiantou que o malogrado havia sido operado, nove anos atrás, num hospital cirúrgico de Lisboa devido a problemas pulmonares.
A operação teria sido considerada “um sucesso” não fosse um rastreio ter detectado, alguns anos depois, que a equipa médica que o operou tinha “esquecido” nos pulmões uma agulha despedaçada, usada no processo operatório.
Esta negligência médica, a que o hospital considerara “involuntária”, num caso que nunca chegou ao foro judicial por “desistência deliberada” do advogado indicado pelo Ministério Público português, custou à Orlandino Pedro uma reforma antecipada por invalidez, determinada pela segurança social portuguesa.
Da deliberação do serviço de apoio social português, Orlandino Pedro, radicado há 22 anos em Portugal, “passou a sobreviver com 200 euros (quase 300 dólares americanos) mensais”, incapaz de sustentar os cinco filhos, dois dos quais fruto da sua actual relação com uma cidadã portuguesa e os outros três resultante de uma sua anterior ligação conjugal.
Um dia depois da morte, a família, com o suporte do Consulado de Angola no Algarve, pondera solicitar uma “rigorosa” autópsia, pois é sua convicção que a causa da morte de Orlandino Pedro esteja ligada directamente com a “infeliz” cirurgia de há nove anos.
Para a família, “a falta de ar”, que motivou a ordem para a hospitalização de Orlandino Pedro, “é forte indício e consequência da irresponsabilidade tida durante a cirurgia havida nove anos”, cuja equipa médica “nunca foi condenada, nem identificada”, lamenta.
Orlandino Pedro, que era o representante da JMPLA na região do Algarve e, cumulativamente, primeiro secretário do Comité de Acção do MPLA e presidente da Assembleia-Geral da Associação dos Angolanos e Amigos de Angola (AANGA), ambos em Albufeira, onde vivia, era tido, por pessoas próximas, como “bom trabalhador e muito qualificado”.
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