Jun 20
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Big Nelo anuncia novo CD para Novembro PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Escrito por Kamba de Almeida   
Quinta, 18 Agosto 2011 05:35

Big Nelo anuncia novo CD para Novembro

Luanda - O músico angolano Big Nelo anunciou hoje, em Luanda, que está a preparar o seu próximo álbum a solo, cuja publicação se prevê para Novembro próximo.alt

Falando à Angop, o artista explicou que o CD trará 14 músicas, trabalhadas na mesma linha melódica dos discos anteriores (hip-hop, R&B e fusões com dance music).

Sem anunciar o nome dos convidados e o número de copias a editar, Big Nelo informou que tudo está a ser feito para oferecer aos fãs um trabalho igual ou melhor, em termos de qualidade rítmica, melódica e de mensagens.

“É um disco que está a merecer atenção especial. Quero oferecer músicas com elevado nível de qualidade. Os meus fãs exigem que faça um trabalho bom, razão pela qual procuro não deixar nada ao acaso. Eles são a razão da minha existência, como músico”, reforçou.

O disco, a sair sob a chancela das produtoras B 26 e LS Republicano, está a ser gravado em Angola, Portugal,
África do Sul e França.

Nesta altura, de acordo com o artista, está ainda apostado na promoção do seu mais recente single “Sente o Bit”.

“É um single que está a exigir um trabalho reforçado, pois o público pede espectáculos e mais cópias”, disse.

Com esta missão, o artista informou que ruma sexta-feira a Moçambique, para alguns shows e a gravação de um vídeo clipe.

Autor de temas como “Hoje é Surrar”, “Nem que Tentem”, “O Meu Próximo Passo”, Big Nelo tem no mercado os discos “Karga” e “Momentos”. Foi com esse último que iniciou a carreira a solo, depois da separação dos membros do grupo SSP.

Recentemente, publicou o single “Sente o Hit”.

Como integrante dos SSP, do qual é fundador, tem editados os discos “Amor & Ódio”, “99% de Amor”, “Alfa” e outros.
 

 
Ja Rule condenado a 28 meses de prisão por evasão fiscal PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Escrito por Kamba de Almeida   
Segunda, 08 Agosto 2011 06:49

Ja Rule condenado a 28 meses de prisão por evasão fiscal

Escrito por Administrador, em 19-07-2011 16:07
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O rapper Jeffrey Atkins, mais conhecido como Ja Rule, foi condenado nesta segunda-feira a 2 anos de prisão por não ter declarado suas receitas obtidas com apresentações e direitos autorais durante cinco anos.


 

O rapper, de 35 anos, que já está na prisão por outro crime, reconheceu que de 2004 a 2008 não declarou suas receitas, e foi declarado culpado por um tribunal federal. Além da pena de detenção, deverá devolver mais de 1 milhão de dólares ao fisco, explicou o procurador federal de New Jersey (leste) em um comunicado.

"Os contribuintes não gozam do luxo de decidir se devem respeitar ou não a lei", disse o juiz Patty Schwartz.

O astro já cumpre desde junho uma condenação de dois anos por posse ilegal de arma em uma prisão em Nova York. Rule prometeu lançar dois álbuns enquanto estiver preso, Pain Is Love 2 e Renaissance Project. Nenhum dos projetos ganhou uma data de lançamento até o momento.

O rapper foi surpreendido com a arma em seu carro esportivo em Manhattan em 2007, depois de uma apresentação ao lado do rapper Lil Wayne, que também foi acusado de posse de arma e passou grande parte de 2010 na prisão

 

 
Conheça o percurso do músico angolano «Eduardo Paim» PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Escrito por Kamba de Almeida   
Segunda, 08 Agosto 2011 06:47

Conheça o percurso do músico angolano «Eduardo Paim»


Eduardo Paím nasceu no Congo Brazzaville, há 47 anos, onde os pais se tinham exilado. Ganhou o gosto pela música ainda pequeno, principalmente, depois de receber, da mãe, uma viola de brinquedo. Tinha, então, sete anos. Viveu o auge da carreira em Portugal, onde conseguiu o seu primeiro “Disco de Ouro”, por vendas superiores a 50 mil cópias, na obra “Do Kayaya”. Eduardo Paím já se chamou Kambuengo. “É o primeiro nome com o qual me reconheço. Deu-mo a minha avó, mal me pegou no colo”, diz o cantor, que desconhece o significado: “sei apenas que é o nome de uma localidade no Huambo”.alt


 

Eduardo Paím começou a cantar em 1979, com o grupo “Os Puros”, que constituiu com Bruno Lara e Levi Marcelino. Os três eram estudantes da Escola Njinga Mbandi: “na altura, apresentámo-nos no programa Tempo Jovem, da TPA. As pessoas gostaram e incentivaram-nos a seguir. Começou um compromisso que não esperávamos”, lembrou. O grupo tinha, igualmente, vozes femininas, de colegas da escola. A inclinação para a música começou ainda no exílio: “era capaz de parar o que estivesse a fazer, para me dedicar à música”. Aos sete anos, a mãe ofereceu-lhe uma viola de brinquedo. Reproduzia músicas de cariz revolucionário: “o facto chamou a atenção, inclusive, do presidente Agostinho Neto, de quem a minha mãe foi secretária”.

 

 

Kambuengo conheceu, finalmente, a sua terra: “não nasci em Angola. Mas sou angolano e tive essa convicção desde cedo. A educação que recebi, a cultura que me foi transmitida, mesmo no exílio, foi sempre com base e em torno da angolanidade”.


 

Em Angola encontrou figuras que lhe moldaram a consciência e lhe influenciaram o futuro: Prado Paím, seu primo mais velho, Teta Landu, Elias dya Kimuezo, Urbano de Castro, David Zé, Artur Nunes, Joy Artur, Taborda Guedes, Tino Dya Kimuezi.


 

Era o incentivo que precisava. Antes, em Brazzaville, vira já Liceu Vieira Dias. Depois de fazer o curso médio de electricidade, no Makarenko, entre 1982 e 1987, decidiu correr por sua conta e risco e dedicou-se inteiramente à música.


 

“Os Puros”, que, mais tarde, transitaram da Escola Njinga Mbandi para o Instituto Makarenko, deixaram de o ser. Receberam novos integrantes e passaram a ser “Os SOS”. “As coisas mudaram. Fizemos referências musicais. Foi uma fase muito bonita”. Em 1987, “Os SOS” estavam no auge da carreira. Disputavam a atenção da juventude com o “Affra Sound Stars”. Nasceu, então, “Carnaval”, tema escrito por Eduardo Paím: “com esta música, ficámos a saber o que é ser figura pública”. De Portugal, veio Carlos Alberto Flores, Cabé, pai de Paulo Flores. Ele queria Eduardo Paím para produtor do disco do filho. “Eu já tinha trabalhado sucessos do Jacinto Tchipa, Dyabik, entre outros. A partir de então, comecei a alimentar esperanças. Se alguém sai de Portugal, à procura dos meus serviços, posso perfeitamente ir lá. Assim fiz”. O cantor segue para Portugal, em 1988.


 

Um ano mais tarde estava aberta a estrada do sucesso. Em 1990, atinge notoriedade no mercado português, com o disco “Luanda, Minha Banda”.


 

Mas o ponto mais alto da carreira conseguiu-o com a segunda obra, “Do Kayaya”. O cantor recebeu o seu primeiro “disco de Ouro”, por vendas superiores a 50 mil cópias. No terceiro disco, “Kambuengo”, com a música “Rosa Baila”, chegou ao quarto lugar do top: “estava nas rádios e na televisão. Parei o trânsito em Portugal”. Em mais de 30 anos de carreira, Eduardo Paím Fernando da Silva editou “Luanda, Minha Banda”, 1991, “Novembro” (1991), “Do Kayaya” (1992), “Kambuengo” (1993), “Kanela” (1994), “Ainda a Tempo” (1995), “Mujimbos” (1998) e “Maruvo na Taça” (2006).

 


Carreira em risco

 

Uma acusação de envolvimento com drogas travou-lhe o percurso. Aconteceu em 1997. Eduardo Paím detesta falar no assunto: “foi uma fase triste da minha vida. Eu tinha a maior atenção que um artista africano podia ter em Portugal. Inventaram uma calúnia, para me travar”. Eduardo Paím foi forçado a parar. A calúnia deixou marcas. Antes fazia seis espectáculos por mês e depois a agenda ficou reduzida a um por ano. “Não tive estrutura para fazer um marketing contra esta calúnia. Sou uma pessoa educada no bem. Nunca ganhei a vida com práticas ilícitas”. Optou por regressar a Angola. “Voltei porque tinha um projecto, o mesmo que me levara a Portugal. A intenção era criar um estúdio”. Na música “Mujimbos”, o cantor responde às pessoas que estiveram por trás desta trama. O primeiro espectáculo de Eduardo Paím, a seguir às calúnias, foi na Feira Popular, em Luanda, em 1997. O apresentador anunciou o cantor que se seguia e pediu “palmas para um general da música angolana”. O público gritou em coro “general”e o cognome ficou. Assim se explica por que muitos lhe chamam também “General Kambuengo”. O projecto EP Estúdios, que o fez regressar a Angola, começou a funcionar em 1996. Desde então, apoiou muitos cantores da nova geração.

 

Fadista Mariza dançou "Rosa Baila"

Poucas pessoas sabem que a bailarina do “clip” da música “Rosa Baila”, do terceiro álbum de Eduardo Paím, é a cantora de fado portuguesa Mariza. Ambos tiveram uma ligação profissional, mas já não se falam, nem se vêem há mais de 12 anos.


 

Mariza, hoje cantora de renome internacional, esteve em Angola, há pouco mais de um ano. Cantou no Cine Atlântico. Mesmo nestas circunstâncias, não se falaram. Até a cortesia deixou de existir. “Ela esteve cá, não me contactou, nem manifestou qualquer gesto de delicadeza”, respondeu o cantor, que também não entende o silêncio da portuguesa em relação a ele ter influenciado a carreira dela, como cantora.


 

“A Mariza não faz menção a isso, por razões que apenas ela pode justificar. Enquanto fadista, não tive qualquer influência na sua carreira. O mérito é todo dela. Já em relação a tê-la influenciado, enquanto cantora, é do domínio público. Mas não me compete levantar polémica em torno disso. Na educação que recebi, o que a Mariza conseguiu é mérito dela. Não sou eu quem, com um comentário, vai levantar problemas. Não preciso disso”. Eduardo Paím nega que o sucesso de Mariza lhe cause despeito, porque não foi preparado para a inveja destrutiva. “Ela canta muito bem
o fado e está a fazer uma boa carreira”.

 

Fonte: Jornal de Angola

 
Vizinhos de Chris Brown dizem que ele é um «terror» PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Escrito por Kamba de Almeida   
Segunda, 08 Agosto 2011 06:36

Vizinhos de Chris Brown dizem que ele é um «terror»

Chris Brown não é odiado apenas pelos fãs de Rihanna. Os vizinhos de Brown também não gostam nada do cantor, e dizem que ele é um «terror». alt

 

Segundo o site TMZ, os vizinhos dizem que Brown estaciona os carros em lugares para deficientes, ouve música aos altos berros todos os dias e faz corridas com os cães nos corredores.

Brown mora no prédio há alguns meses, mas já recebeu diversas multas por estacionar em lugares indevidos.

 

O administrador do edifício disse ao TMz que todos os moradores estão cansados do rapper, e que estão até a considerar mandar vir um reboque para levar o seu carro. Mark Geragos, advogado de Chris Brown, disse ao TMZ que o cantor e a administração do prédio estão em litígio por causa dos lugares de estacionamento, e que Brown não fez nada de errado. Mas não falou nada sobre o facto de ele estacionar em local proibido.

 

 

A polícia também foi chamada no início da semana, após alguém cometer um acto de vandalismo esculpindo na porta do elevador as letras «C.B».

 
Pérola casa-se dentro de dias PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Escrito por Kamba de Almeida   
Quinta, 21 Julho 2011 10:49

Luanda - A cantora Jandira Sassingui “Pérola” esta de casamento marcado para o próximo dia 23 de Julho em Luanda. O seu noivo é Sergio Neto, director executivo da Semba e coordenador do Grupo de Revitalização e Execução da Comunicação Institucional da Administração (GRECIA) afecto a casa civil da PR.


Fonte: Club-k.net

Felicidades ao casalalt

Ela é formada em direito pela “Universidade de Pretoria”, na África do Sul enquanto que o noivo é um jovem engenheiro formado em Portugal e com uma pos graduação feita na Inglaterra. Ambos conheceram-se em 2007, mas só no primeiro semestre de 2009 é que começaram a namorar. Em ocasiões passadas, a mesma considerou como “uma historia muito seria”.

 

Ao tempo em que iniciaram a ter aproximação amorosa, a cantora era vista com certa freqüência no gabinete da Semba Comunicação, o que precipitou rumores de que o namorado era um outro responsável daquela agencia angolana.

 

Nascida no Huambo, “Pérola” é originaria de uma família com influencia musical. O seu pai, fez parte de um grupo musical no planalto central, e a sua mãe fez parte do coro de uma Igreja cristã. O gosto pela musica começou a vincar-se na Namíbia, onde viveu nos anos noventa mas foi na África do Sul por intermédio da “Bue de Beats” que ela notabilizou se com o álbum “break”.


É considerada, uma das cantoras mais carismáticas no “music hall” , não obstante a predicados que lhe fazem ser uma pessoa “simples e humilde”.
 

 
Missy Elliot sofreu abusos sexuais durante a infância PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Quarta, 06 Julho 2011 06:22

Missy Elliot sofreu abusos sexuais durante a infância

Missy Elliot falou, em entrevista ao “Behind The Music” na MTV, que sofreu abusos sexuais na infância, por parte de um primo que tinha 16b anos quando a cantora tinha 8.

 

“Todos os dias ele queria que eu fosse para casa depois da escola. Tornou-se sexual, aos oito anos eu não fazia ideia do que era isso, mas sabia que algo estava errado. Ser molestada…não desaparece. Lembras-te como se fosse ontem”.

 

Elliot revelou ainda que testemunhou uma discussão violenta entre o pai, abusivo e a mãe, que recordou esse momento: “A Missy viu que a discussão estava a ultrapassar os limites. O meu marido disse, ‘É agora. Vou matar-te acabou. Estava tão cansada de ser agredida que disse: ‘tudo bem, faz isso’”. Elliot explicou como viu a cena: “Ele tirou a arma à minha frente. Eu só gritava, ‘Papá, por favor não mates a minha mãe!”

 

O programa mostrou ainda a rapper a trabalhar com Timbaland no seu novo trabalho, produzido por Timbaland e que será o sucessor de “The Cookbook”, editado em 2005.

 

Fonte: MyWay.Pt


 

 
Chris Brown e Zona 5 na Cidadela para Show da Unitel PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Segunda, 04 Julho 2011 09:08

Chris Brown e Zona 5 na Cidadela para Show da Unitel

O Artista norte-americano Chris Brown e o grupo angolano Zona 5 são os grandes protagonistas do “Festival Unitel 10 anos Contigo”, que será realizado hoje, a partir das 18h00, no Estádio da Cidadela.

 

O Show, em alusão aos 10 anos de existência da empresa de comunicações móveis Unitel, conta com as participações de Anselmo Ralph, Army Squaq, Big Nelo, Cage One, Danny L, Os Lambas, Walter e Nicol Ananaz, Yola Araújo e Adi Cudz.

 

Fonte: Jornal de Angola

 


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