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Escrito por Kamba de Almeida
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Quinta, 15 Dezembro 2011 08:34 |
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Angola é o nono país africano com mais mortes associadas à malária
Angola é o nono país com mais mortes atribuídas à malária (8114) entre 43 Estados africanos onde a doença é endémica, revela um relatório da OMS, em que Cabo Verde é o que tem menos mortes.

Cabo Verde, que em 2010 entrou na fase de pré-eliminação da malária, registou 47 casos prováveis e confirmados de malária e uma morte, tendo sido um dos oito países da região, juntamente com São Tomé e Príncipe, a obter na última década uma redução superior a 50 por cento no número de casos confirmados e de mortes devido à malária.
Argélia, Botsuana, Namíbia, Ruanda, África do Sul, e Suazilândia foram os restantes países, aos quais se junta a região de Zanzibar, na Tanzânia.
Segundo a OMS, em todos estes países as reduções na mortalidade estão associadas a intensas intervenções para controlo da doença. Na sub-região da África ocidental, Senegal, Cabo Verde e São Tomé e Príncipe são os exemplos mais claros da relação entre a intervenção e o seu impacto, revela a OMS.
A organização considera que o esforço de São Tomé e Príncipe é elevado na área do diagnóstico, com a taxa anual de análises ao sangue a atingir 30 por cento, muito acima dos restantes países daquela sub-região. Tanto Cabo Verde como São Tomé e Príncipe têm uma grande cobertura de pulverização intra-domiciliar com inseticida de ação residual (IRS) e em São Tomé este método é utilizado juntamente com as redes mosquiteiras impregnadas de inseticida.
São Tomé e Príncipe registou, em 2010, 2262 casos prováveis e confirmados e 14 mortes associadas à malária. Em 2000, o número de casos era de 32 mil. Quanto a Cabo Verde, o número de casos prováveis e confirmados diminuiu de 144 para 47 em dez anos.
No extremo oposto da lista de países africanos onde a malária é endémica estão a Nigéria, com 197 mil mortes registadas, o Quénia, com 26 mil, e a República Democrática do Congo, com 23 mil.
Angola, com 8114 mortes, ocupa o nono lugar da lista. O número de casos prováveis e confirmados não só não diminuiu nos últimos dez anos, como aumentou, de dois milhões em 2000 para 2,78 milhões no ano passado.
Moçambique ocupa o 14.º lugar, com 3354 mortos. Apesar de a OMS não ter registo de dados sobre Moçambique em 2000, os números de 2007 apontam para um total de 6,1 milhões de casos prováveis e confirmados, valores que diminuíram para 1,5 milhões em 2010.
O relatório destaca ainda que Moçambique registou a mais baixa cobertura de redes mosquiteiras e pulverização com inseticida da sub-região da África oriental e conclui que é necessário mais investigação para entender como é que ainda assim se registou uma diminuição do número de infeções.
Seis países da região africana, incluindo a Guiné-Bissau, não forneceram este ano dados sobre as mortes provocadas pela malária.
Quanto aos restantes países lusófonos, o Brasil registou 74 mortes associadas à malária e 334 mil casos prováveis e confirmados, quando em 2000 este número era de 613 mil.
Por seu lado, em Timor-Leste, houve 58 mortes e 119 mil casos prováveis e confirmados, um grande aumento face aos 15 mil casos de 2000. A OMS recorda que se registou um grande aumento na realização de testes de diagnóstico nesta década no país, pelo que é difícil perceber qual é a verdadeira tendência na incidência da malária.
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Escrito por Kamba de Almeida
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Segunda, 17 Outubro 2011 06:43 |
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Em 2007, após o povo Angolano, esperar longo periodo de um propótipo das antigas lojas do povo, lojas francas ou a rede de mercados Zamba, que fizeram muito sucesso no tempo do partido único, quando o Drº Agostinho Neto era realmente o Presidente do MPLA e de todos os Angolanos “não existiam os Ladrões de colarinho branco que tem hoje no actual Governo, liderado pelo Engº José Eduardo dos Santos” foi aprovado um programa criado à luz do Despacho Presidencial N.º 17/05, de 31 de Outubro, publicado no Diário da República I Série – n.º 130.
Este programa constituia o Grupo de Coordenação para a implementação do Programa de Reestruturação do Sistema de Logística e de Distribuição de Produtos Essenciais à População (PRESILD) – a Nova Rede Comercial que custou aproximadamente aos cofres do estado Um Bilhão e Quientos mil USD Norte Americanos.
Segundo alguns dirigentes do regime, incluindo a Sua Excelência Engº José Eduardo dos Santos, esta rede de supermercados viria para por cobro e resolver os problemas da população no geral e em particular as mais carentes com bens de primeira necessidade com sestas básicas que rondavam a sete mil Kwanzas.
Infelizmente não foi possivel estimar quanto se gastou em propaganda, enquanto a rede PRESILD se expandia, mas as cantinas dos irmãos Áfricanos da Africa do Oeste também cresciam em ritmo acelerado, em todos os cantos do país que rapidamente se tornou um concorrente do estado, já que apesar dos “cantineiros-Mohammeds entre outros” fazerem as suas compras nos armazéns situados em território Nacional, tinham preços muito mais acessiveis comparados com os preços da rede PRESILD através do NOSSO SUPER e do POUPA LÁ e se fixavam em todo lugar, ruas, becos, atalhos etc, mostrando claramente que o Governo sobfacturava os preços que diziam que era para a população em particular as mais carentes.
Como resultado a população começou a escolher as cantinas que tinham mais produtos diversificados e os preços eram de encontro ao bolso do povo e assim as cantinas começaram a prosperar enquanto a Rede PRESILD caía em queda livre, para a falência, após ter se expandido em todo território nacional.
Segundo uma funcionário do Presild contactado disse o seguinte“o povo prefer comprar nos estrangeiros que vendem mais barato do que num numa loja do governo e que sempre que oference algo que diz ser para a população, tem um plano de extorção desordenada do pobre cidadão que sofre e os nossos gestores são os culpados disso”
Hoje os Governantes tem vergonha de decretar falência a famosa Rede que anunciavam que estava a fechar o país, mas que agora está as moscas, sem produtos nas partileiras que se encontram vazias.
Gomes Maiato Coodenador do PRESILD, destacou em Malange que o nosso super não havia falido, mas infelizmente não é isso que vimos, nas várias lojas Nosso Super que temos entrado.
Por falta de capacidade organizativa neste tipo de empreendimento, em 2012, o Governo pretende privatizar as lojas Nosso Super e poupa Lá, segundo o Vice-Ministro do Comercio, Manuel da Cruz Neto.
Enquanto as cantinas prosperam...nosso super e poupa lá, entraram em queda livre e pediram socorro a odebrecht, O Grupo brasileiro no qual o Presidente José Eduardo dos Santos também é Sócio e que tem assumido boa parte das obras de restruturação do país, devido a influencia do Presidente do Grupo o Sr. Emilio odebrecht diante do Presidente da República, de forma clara as empresas Angolanas são colocadas para trás e a odebrecht vai assumir a gestão de rede "Nosso Super" em Angola em 2012.
Segundo a fonte do Jornal o País, adiantou que o contrato de transmissão de titularidade de gestão das lojas já terá sido negociada com êxito entre o grupo brasileiro e o Ministério do Comércio de Angola.
Os armazéns do Nosso Super, em Viana, segundo a fonte, já estão sob gestão da Odebrecht que terá igualmente a responsabilidade em indemnizar os trabalhadores excedentários e contratar novos e que além dos problemas relacionados com a incapacidade de absorção da produção nacional, reconhecidos pelas autoridades angolanas, a fonte não afastou a hipótese de uma alegada má gestão como causa da falência do projecto, executado ao abrigo do Programa de Reestruturação do Sistema de Logística e Distribuição (PRESILD).
O jornal OPaís adiantou que as lojas "Poupa Lá", sob gestão do projecto "Nosso Super", deverão passar para a gestão privada ainda este ano, tendo surgido como interessados nesta rede comercial as empresas Maxi e Continental, que pretendem substituir a empresa portuguesa Gestão de Comércio Total (CGT), cujos negócios faliram em Portugal.
De recordar que em Dezembro de 2010, haviam sidos localizados contentores de produtos alimentares estragados, impróprios a saúde huamana, que seriam comercializado segundo uma reportagem do Jornal Acapital.
Caso para dizer que mais uma vez o Governo de JES, fracassou na resolução dos problemas básicos da população, mesmo tendo esbanjado uma quantia avultada não conseguiram manter a Rede PRESILD, por três motivos:
1- Pararam de comprar os produtos de campo aos produtores nacionais conforme prometeram, e passaram a comprar na África do Sul, projudicando assim os camponeses Angolanos que vinham os seus produtos de campo estragados.
2- Os preços não eram acessiveis comparado com as cantinas que estão espalhadas por todo o país, pertença maioritariamente de estrangeiros que fazem esses pequenos negócios
3- Má gestão e desvio de fundos para a manutenção da REDE PRESILD
Para mais informação de como seria a rede PRESILD caso fosse um sucesso, visite o site:
http://www.dnci.net/comercio_interno/presild/objectivos.aspx
Lembramos que o primeiro estabelecimento Nosso Super foi inaugurado a 08 de Março de 2007 no município do Sambizanga pelo Presidente da República, José Eduardo dos Santos.
Quatro anos depois, a falência bate a porta e exige que seja decretada pelo Governo de Angola, sobre a culpa da Má Gestão dos bens públicos práticadas pelos governantes do MPLA, liderada pelo Presidente da República de Angola.
Mateus Caculo
Jornalista Independente
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Escrito por Kamba de Almeida
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Quinta, 06 Outubro 2011 11:22 |
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Oliveira Sango envenenado ?
Lisboa - As freqüentes saídas privadas do Director-Geral do Serviço de Inteligência Externa (SIE), João Oliveira Sango é ventilada, em círculos restritos do regime como decorrência de um desconforto relacionado com o aparelho digestivo levando-o a sujeitar-se a um tratamento médico no exterior do país. A mais recente partida privada, ao estrangeiro fe-lo, na companhia da esposa, Conceição Sango ao qual foi lhe verificado uma inflamação do epitélio estomacal.
Fonte: Club-k.net
Conspirações internas no regime
Os episódios de supostos envenenamentos na política angolana é tido como resultado de conspirações ou convulsões de desentendidos grupos internos no regime. Em Fevereiro de 2000 teria falecido de morte súbita, em Bruxelas, como embaixador, um ex- Conselheiro Especial do Presidente para os Assuntos Políticos, Eduardo Pinnock. A tragédia aconteceria uma semana antes em que estava previsto entregar as cartas credencias ao rei da Bélgica e um dia antes da sua morte, recebeu no hotel Atlanta de Bruxelas, a visita de duas conhecidas altas patentes do regime (nomes propositadamente ocultados). Porém, a forma como morreu caído, a sangrar pelos ouvidos e orelhas levou com que o médico que assistiu o cadáver suspeitasse de que teria ingerido uma substancia radioativa com conseqüência virulenta. Para dar sustento, nas suas suspeitas, o profissional teria dito na altura que a única forma de se saber o que aconteceu seria abrir o estomago do mesmo para provar o tipo de substância que havia do organismo do malogrado. A rejeição por parte das autoridades angolanas em não se fazer autopsia deixou na altura deduções em torno do desfecho do assunto.
Casos de envenenamentos em figuras de menor escalão, terão acontecido nas estruturas militares, diplomáticas e inteligência. Há menos de cinco anos atrás, o então Porta-Voz do MIREX, João Pedro teria sido evacuado para a Suécia e logo a seguir circulou que era, em conseqüência de um envenenamento. Ao mesmo tempo apresentou-se como suspeita da acção, uma funcionaria do ministério identificada por São. Apos a recuperação, João Pedro desligou-se da diplomacia estando agora a trabalhar no Presild.
Ainda nas missões diplomáticas, há também o caso de um antigo diplomata angolano em Roma, que acabaria por sucumbir misteriosamente após ter saído de um restaurante naquela cidade. A tese de envenenamento foi a que mais prevaleceu embora nunca foi provado.
O musico Brigadeiro 10 Pacotes, queixa-se de ter estado num quadro idêntico. Depois de ter estado sob custodia de quatro altos oficias do Serviço de Inteligência Militar, (General Filó, Brigadeiro Duda, Brigadeiro Neto, General Nelito), foi-lhe diagnosticado, por médicos namibianos, problemas respiratórios provocados pela a ingestão de alguma substância imprópria para o organismo. Desde então passou a estar com serios problemas de saúde levando-o a escrever uma musica considerada ofensiva contra o regime.
Muito recentemente, as autoridades foram acusadas de pretensões idênticas contra o grupo de jovens que se manifestaram no passado dia 3 de Setembro em Luanda. A evidencia foi apoiada em condutas anormais como obrigá-los a comer apenas a comida da cadeia (Há cerca de uma semana que as autoridades aceitam que recebam comida dos familiares). No sentido de descartar a hipótese, o Vice-Ministro do Interior para os Serviços Penitenciários e Prisionais, deslocou-se a 30 de Setembro, a cadeia de Viana para comer com os prisioneiros.
As praticas de envenenamento denotam desconhecer excepções levando com que todos os escalões do regime adotem medidas de prevenção. O presidente José Eduardo dos Santos, na sua forma de proceder mostra-se bastante atento e preventivo a eventuais ratoeiras. Sempre que pretende ir em tratamento médico, para o exterior ou quando efectua uma visita oficial ao estrangeiro, vai primeiro ao hospital para ser visto pelo seu médico e quando regressa faz o mesmo. Não come em qualquer local nem mesmo nos círculos familiares. Quando vai a uma festa fora de casa, leva consigo uma caixa térmica com o seu gelo e o respectivo refresco. As sobremesas, em casa, quando compradas em pastelarias em Luanda, passam antes por um detector de acidez, e são antes provadas por uma empregada pessoal.
Reagindo ao caso especial de Oliveira Sango, uma personalidade da diáspora angolana que serviu o regime na década de oitenta comentou o assunto dizendo que: “O encobrimento do seu envenenamento é destinado a manter a idéia da unidade dentro do regime e evitar o embaraço do Chefe do serviço de inteligência por não ter capacidade sequer de controlar o que come e o que bebe nos círculos mais fechados do poder”
“Tenho a certeza que este caso está a ser comentado, em círculos restritos, como mais uma prova do impressionante nível de incompetência dos principais órgãos do regime em controlar as dissensões internas. Cada vez mais tem de depender de assessoria externa para manter um nível de funcionalidade capaz de passar a idéia de se manter forte e capaz de manter o país sob seu controlo efectivo. Todavia, os assessores estrangeiros não se sujeitam a ser provadores de comida das altas figuras do regime”, concluiu a fonte, sujeitando a condição de anonimato.
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Escrito por Kamba de Almeida
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Sábado, 20 Agosto 2011 05:46 |
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Chávez transfere reservas internacionais da Venezuela para “países amigos”
A pouco mais de um ano das eleições presidenciais na Venezuela, Hugo Chávez ordenou a transferência das reservas internacionais depositadas em bancos nos Estados Unidos ou na Europa para outros “países amigos”, como a Rússia, China ou Brasil
A decisão foi confirmada depois de o Presidente venezuelano ter anunciado que irá nacionalizar a produção de ouro da Venezuela e o objectivo, segundo a oposição e vários analistas, será blindar as reservas internacionais contra eventuais sanções ou embargos contra o Governo, sublinhou o “El País”.
O próprio Chávez o deu a entender. “Olhem para o que se está a passar no mundo árabe com o uso de reservas internacionais... esses recursos são praticamente confiscados, e isso é coisa que temos de evitar a qualquer custo”, disse, referindo-se ao congelamento das reservas dos regimes líbio e sírio.
As reservas internacionais da Venezuela rondam os 29.100 milhões de dólares e, desse montante, 63 por cento são cerca de 364 toneladas de lingotes de ouro. A maior parte, 211 toneladas, está depositada no estrangeiro. O que o Governo pretende agora fazer é trazer de volta esse ouro para Caracas e, para além disso, transferir também 6300 milhões de dólares que tem depositado em diferentes bancos para instituições bancárias de países aliados como a Rússia, China ou Brasil.
Chávez defende que se trata de uma medida “sensata”, tendo em conta a crise financeira “no Norte”, mas vários analistas consideram que esta decisão poderá aumentar a desconfiança dos investidores. Rodrigo Cabezas, deputado do partido de Chávez, justificou a decisão ao dizer que “os países emergentes não têm hoje convulsões económicas ou políticas e serão uma garantia para as reservas da Venezuela”.
O anúncio estará relacionado com o receio de um aumento da instabilidade na Venezuela quando já se aproximam as eleições previstas para Dezembro do próximo ano, nas quais Chávez – que se encontra no poder há 13 anos – procurará ser reeleito.
A oposição vê neste escrutínio uma oportunidade para derrubar o “chavismo” e o estado de saúde do Presidente, que sofre de cancro e tem sido submetido a tratamentos de quimioterapia, aumenta a incerteza.
O país está a atravessar um momento político decisivo. É o principal exportador de petróleo da América do Sul e vários analistas consideram que a transferência de reservas tornará mais opaca a situação financeira da Venezuela. “É uma medida que não tem justificação económica, só política”, disse à AFP Asdrubal Oliveros, director da consultora venezuelana Ecoanalítica. “Terá efeitos negativos na percepção de transparência da Venezuela e no seu perfil de risco, que já está bastante afectado.”
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Escrito por Administração
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Sexta, 10 Dezembro 2010 18:25 |
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Bonga Biografy
No dia 20 de outubro de 2008, Bonga está para lançar seu novo álbum "Bairro", gravado em Lisboa e Paris, as duas cidades onde ele escolheu para viver.Na idade de 65 anos, idolatrado por uma geração jovem que acaba de descobri-lo, uma geração que ele chama de seus filhos, Bonga ainda passeios estádios do mundo, orgulhosamente ostentam batida do samba como uma bandeira, surpreso e encantado quando Christophe Mae pede-lhe para vir e cantar um dueto no palco em Bercy, lisonjeado por receber os pedidos de recurso em duetos que em breve será liberada ou propostas para remixar músicas de seu repertório de DJs que poderiam ser seus netos.Assim, Bonga, como você conseguiu ficar tão jovem e animado?
«BAIRRO» Lusafrica - CD 562212 - para fora em 20 de outubro de 2008
Bonga ganhou um lugar permanente no coração dos angolanos quase 30 anos atrás, quando ele começou a cantar de humilhação da África, a miséria do exílio e da rebelião contra o colonialismo.Junto com Fela Kuti, Bonga é um pioneiro da "africanidade" e tem incansavelmente denunciou os conflitos partidários e étnicas que devastaram o país durante quase duas décadas.
José Adelino Barceló de Carvalho nasceu em 1943 em Kipri (Angola). No início, as suas convicções políticas levaram a rejeitar o seu nome "colonial e assumir o mais autêntico de Bonga Kuenda.Seu objetivo - além da recuperação de um certo anonimato - foi a de fazer uma declaração sobre a sua posição sobre a identidade e anti-colonialismo. Bonga Kuenda Africano é um nome que significa "que está procurando, que está sempre à frente e movendo-se". Na época, Bonga vive em uma favela ou "musseque", que significa "construído com areia" em Kimbudu, a língua de um dos principais grupos étnicos de Angola.
Bonga foi introduzido à música em uma idade muito precoce de seu pai, que era acordeonista de um grupo que tocava Rebita, a música dos pescadores na Ilha de Cabo, um dos bairros mais pobres de Luanda. Inicialmente, ele jogou o dikanza ", um instrumento de percussão feitos de bambu ranhuras e golpeado com um bastão de madeira, visto como o símbolo de um retorno ao básico.Fervor popular e ação em apoio de fortes demandas políticas relacionadas à ocupação colonial Português basearam-se principalmente na música tradicional e histórias contadas pelos mais velhos. Este renascimento cultural desempenhou um papel importante, unificar o povo e reabilitar a sua memória colectiva.
"Toda a cultura de Angola (história, linguagem e música) estava sob domínio Português. Linguagens tradicionais foram proibidas e Africano música também.Uma vez que não tinha armas para lutar com, resistimos a nível cultural, especialmente através da formação de grupos folclóricos de música e executando canções que readopted ancestral formas Africano, embora suas letras referiam claramente a agitação da época, a pobreza, a violência colonial e as revolta latente. "
Inspirado pelo "semba" (o gênero popular de Luanda que é uma expressão local da "qualidade" musical moderno formando a base do samba no Brasil), Bonga formaram um grupo chamado Kissueia, uma palavra Kimbudu que se refere à miséria nas áreas pobres .
Encontrando o reconhecimento como atleta, Bonga saiu de Angola para Lisboa no início dos anos sessenta. Sob o nome Barcelo de Carvalho, tornou-se titular de Portugal registro de 400 metros (um título que ele manteve durante uma década).Ao mesmo tempo, sob o nome de Bonga, ele se tornou um membro ativo do Movimento Popular de Libertação de Angola. Quando a polícia Português político (o temível PIDE) percebeu que Barceló de Carvalho Bonga e eram uma ea mesma coisa, ele mal teve tempo de fugir para Roterdão, onde ele começou a vida como um exilado. Sozinho e sem contato no grande porto holandês, ele se reuniu com os músicos da comunidade cabo-verdiana.Incentivado pela solidariedade dos seus "irmãos", ele começou a escrever novamente e lançou o lendário "Angola 72" álbum. Abastecido com uma melancolia agonizante, o seu 10 canções se relacionam e resumir sua experiência em Luanda. Logo, o registro foi contrabandeada para Angola, onde foi distribuído ilegalmente e se tornou uma espécie de manifesto de independência entre a população.
"Nesse álbum," Bonga diz, "você pode sentir todas as emoções que encheu o meu coração no momento e os ecos das experiências que se mostrariam cruciais na minha vida mais tarde." Em particular, o álbum apresenta músicas mais famosas de Bonga, "Mona Ki Ngi Xica», uma faixa que mais tarde iria participar da trilha sonora do filme de Cédric Klapisch "Chacun Cherche filho chat" (Quando o gato está fora).
Depois de Roterdão, Bonga mudou-se para Paris, onde aprendeu a tocar teclado e se familiarizou com os sons interpostos por músicos da diáspora Africano. As melodias suaves de Cabo Verde morna ea textura rítmica de soukouss congoleses foram agora parte do seu mundo. Para além destas influências, Bonga manteve-se fiel às suas raízes, firmemente recusar-se a westernise seu estilo."Angola 74" foi o resultado dessa cultura "fertilização cruzada" que alargou a base sólida de semba, sem alterar seu conteúdo. Ele foi uma das primeiras pessoas a cantar "Sodade", 18 anos antes de Cesária Évora tornou famosa. Bonga estendeu seu repertório, mas manteve-se enraizado na história social e cultural de uma terra devastada por uma guerra sem fim, já perto da paz.
Depois de passar alguns anos em França, regressou a Portugal onde se encontrou com sucesso, apesar de uma série de conflitos com os produtores que queriam transformá-lo em África Julio Iglesias. Em 2000, Bonga gravou um novo álbum para o selo Lusafrica Paris. A sequela de "Angola 72-74", "Mulemba Xangola" foi um marco, e ganhou aclamação unânime da imprensa.Entremeado com suas melodias nostálgicas são insistentes apelos, muita emoção e de todas as preocupações de um cantor exigindo liberdade e democracia para o seu país.
No ano seguinte, Lusafrica lança "O Melhor de Bonga", uma compilação de seus maiores faixas (incluindo três canções inéditas) em homenagem a uma carreira rica e variada. 2003 marca o regresso de Bonga, com o aclamado altamente pela imprensa "Kaxexe". Bonga voz ainda é um dos melhores em África:é uma voz mágica que simboliza a auto-expressão de um exílio e fala diretamente aos nossos corações com poder extraordinário.
O álbum "Maiorais" foi lançado no início de março de 2005. Revisão em Le Monde de la Musique, o jornalista Bertrand Dicale escreveu: "(...) Há uma enorme quantidade de história nessa música:o desenraizamento das tradições culturais rurais, o fermento da improvisado municípios, repulsa e atração simultâneas para a cultura dos colonos Português, a riqueza cultural paradoxal de exílio, e assim por diante.Portanto, para além do prazer único do gênero tropical (às vezes com laços flagrante ao samba brasileiro ou kompa Haiti), podemos ouvir o grande turbilhão de povos e línguas que passou a fazer o nosso mundo com todas as suas sutilezas e complexidades, bem como o gênio de um homem, a sua voz quebrada e poderoso, nostálgico e alegre, a sua escrita mostrando eficácia emocional excepcional, e sua expressão quente e profundo.Então, para os amantes do acordeão, algumas frases soberba da melancolia de sol. "
No 20 de outubro de 2008, Bonga está para lançar seu novo álbum "Bairro", gravado em Lisboa e Paris, as duas cidades onde ele escolheu para viver.Na idade de 65 anos, idolatrado por uma geração jovem que acaba de descobri-lo, uma geração que ele chama de seus filhos, Bonga ainda passeios estádios do mundo, orgulhosamente ostentam batida do samba como uma bandeira, surpreso e encantado quando Christophe Mae pede-lhe para vir e cantar um dueto no palco em Bercy, lisonjeado por receber os pedidos de recurso em duetos que em breve será liberada ou propostas para remixar músicas de seu repertório de DJs que poderiam ser seus netos.Assim, Bonga, como você conseguiu ficar tão jovem e animado?
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Actualizado em Domingo, 12 Dezembro 2010 15:26 |
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