| Música de Carlos Burity expressa existência da cultura dos musseques |
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| Escrito por Administração |
| Quinta, 20 Maio 2010 07:41 |
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“O artista angolano tem redesenhado, na busca da internacionalização da música angolana, as marcas rítmicas do Semba aliando a tradição as inovações da tecnologia de ponta”, referiu.
Segundo Jomo Fortunato, que falava à imprensa no acto de apresentação do novo disco de Carlos Burity, intitulado “Malalanza”, na procura de novas melodias, o
músico tem experimentado modos de inserção e junção, no Semba, as transformações estéticas mais importante da música popular angolana, um trabalho que tem mais de meio século de existência.
Para a fonte, um verso cantado por Carlos Burity importa a localização geográfica e expressão de uma cultura musical original e ímpar, tendo em conta os seus contornos harmoniosos.
Na sua apresentação, a propósito da trajectória de Carlos Burity, Jomo Fortunato salientou que com o tema “Angola Ritmo”, o artista começou a delinear, de forma crua, as linhas estéticas do novo Semba.
Apesar da passagem acústica do Semba, à introdução de instrumentos eléctricos ter contribuindo para a modernização da música angolana, realçando haver três vectores de análise que ajudam a entender a formulação teórica do surgimento do novo Semba, a aparição da Banda Maravilha (Carlitos Vieira Dias), Semba Master (Bonga e Carlinhos Feijó) e o surgimento de Carlos Burity, com “Massemba”, “Wanga”, “Zuela ó Kidi”, “Pachiame” e “Malalanza”.
A sessão de venda e assinatura de autógrafos da obra está marcada para o dia 30 de Maio no Parque da Independência.
Fonte: Angop |
| Actualizado em Quinta, 20 Maio 2010 07:45 |















Luanda - A coragem do talento do cantor angolano Carlos Burity foi, nesta quarta-feira, em Luanda, definida como uma reflexão da expressividade e existência da cultura dos musseques luandenses, pelo crítico musical Jomo Fortunato.