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Escrito por Kamba de Almeida
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Domingo, 15 Janeiro 2012 11:18 |
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Tchizé processada em Portugal por branqueamento de capitais
Lisboa — O ativista angolano Rafael Marques depôs hoje num “processo de averiguação preventiva” relacionado com “branqueamento de capitais”, envolvendo “vários dirigentes angolanos”, que decorre no Departamento Central de Investigação e Acção Penal (DCIAP), disse o próprio à Lusa.
Fonte: Lusa
Activista depôs em Lisboa contra figuras do regime
Rafael Marques informou a Lusa que depôs hoje, como testemunha, em Lisboa, no “processo de averiguação preventiva n.º 85/11-PG”, interposto por “um cidadão angolano residente em Portugal”, que pediu para não identificar.
Este cidadão apresentou queixa contra “uma longa lista”, que inclui “membros da família presidencial” angolana, entre os quais Welwitschea José dos Santos (conhecida como “Tchizé” dos Santos), uma das filhas de José Eduardo dos Santos, Presidente da República angolano, disse Rafael Marques.
De acordo com Rafael Marques, os visados são ainda “vários dirigentes angolanos”, entre os quais Manuel Vicente, presidente do conselho de administração da petrolífera Sonangol E.P., e Hélder Manuel Vieira Dias Júnior, general conhecido como “Kopelipa”, ministro de Estado e chefe da Casa Militar do Presidente da República.
A queixa visa cerca de 20 cidadãos angolanos com “investimentos e propriedades em Portugal”, acusando-os de “branqueamento de capitais”, acrescentou Rafael Marques, que diz ter sido chamado a depor como testemunha neste “processo de averiguação preventiva” pelo que tem investigado sobre “a corrupção em Angola”.
“Fui prestar declarações. Acho importante que haja preocupação das autoridades judiciais portuguesas em apurar os factos sobre investimentos angolanos em Portugal”, declarou à Lusa, em Lisboa.
Em menos de dois meses, o ativista angolano apresentou, na Procuradoria-Geral da República de Angola, duas queixas-crime contra altos quadros angolanos, incluindo “Kopelipa” e outros generais, e o presidente da Sonangol.
“Inundaremos a Procuradoria-Geral da República de queixas. (…) É uma questão de princípio. Todos os dias os dirigentes angolanos saqueiam este país. Então, todos os dias deve haver queixas (…), até que haja mudanças”, sustentou, em declarações à Lusa prestadas a propósito da apresentação da segunda queixa, no passado dia 06.
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Escrito por Kamba de Almeida
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Domingo, 15 Janeiro 2012 10:59 |
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Saída de Carlos Feijó alimentada por rumores
Lisboa – Carlos Maria Feijó é apresentado, em meios restritos do regime como uma das personalidades abrangidas para deixar o cargo de Ministro de Estado e Chefe da Casa Civil, numa alteração a ter lugar em breve. 
Fonte: Club-k.net
A alegada saída do mesmo é acompanhada de rumores que o apontam como tendo sido prejudicado por intrigas que tem amofinado o circulo presidencial. Para sua eventual substituição é citado o nome do PCA da SONANGOL, Manuel Vicente que de acordo com as estimativas passará a responder igualmente pelas infrastruturas, incluindo um dossiê relacionado a USD 17 bilhões que deverão ser investidos em barragens.
Manuel Vicente foi recentemente re-conduzido para liderar a petrolífera angolana, porem, em meios que observam as eventuais alterações, recaem suspeitas de que eventuais promoções teriam o efeito de promover um encurtamento entre Carlos Feijó e Manuel Vicente, ligados por amizades e negócios. (Passaram juntos o natal com as suas respectivas famílias no Uruguai).
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Escrito por Kamba de Almeida
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Sábado, 14 Janeiro 2012 12:12 |
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Produção de petróleo deverá atingir dois milhões de barris por dia em 2014
A produção de petróleo em Angola deverá aumentar dos atuais 1,8 milhões de barris diários para dois milhões até 2014, anunciou o ministro dos Petróleos, Botelho de Vasconcelos, em entrevista ao Jornal de Angola.
"Estamos com uma capacidade de produção de 1,8 milhões e estamos a trabalhar para que possamos atingir, eventualmente em 2014, cerca de dois milhões de barris por dia", disse o ministro, adiantando que há campos que vão entrar em atividade este ano e outros que estão preparados para 2013 e 2014.
Botelho de Vasconcelos recordou que a produção angolana representa cerca de dois a três por cento da produção mundial de petróleo. E afirmou que, apesar de alguma volatilidade no preço do crude, resultante da crise internacional e das tensões políticas no Médio Oriente, as ramas angolanas terão registado em 2011 uma média de entre 105 e 110 dólares por barril.
Já relativamente à rede de distribuição de combustíveis no país, na terça-feira, o ministro informara que, até ao final do terceiro trimestre de 2011, Angola tinha 465 postos de abastecimento de combustíveis em perfeito estado de funcionamento, dos quais 419 pertencentes à Sonangol.
O Ministério dos Petróleos emitiu 980 autorizações de importação, licenciou 115 novas empresas nacionais para a constituição de postos de abastecimento, transporte terrestre, revenda de lubrificantes, de gás butano, armazenistas, distribuidores, e procedeu à renovação de 134 licenças a empresas e indivíduos, acrescentou o ministro.
O setor petrolífero angolano emprega 71 115 trabalhadores, dos quais 57 572 são angolanos e 13 543 são expatriados.
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Escrito por Kamba de Almeida
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Quinta, 12 Janeiro 2012 08:42 |
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Angola é um país privilegiado para investir em Cuba - Pedro Ross Leal
Angola é um país priveligiado para investir em Cuba em todos os sectores, tanto públicos como privados, afirmou terça-feira o embaixador de Cuba em Angola, Pedro Ross Leal.
O diplomata fez este pronunciamento ao discursar no acto alusivo ao 53º aniversário do triunfo da Revolução Cubana assinalado a 1 de Janeiro.
De acordo com Pedro Ross Leal, em Cuba realizam-se investimentos angolanos em importantes sectores da economia tendo recentemente sido rubricado um acordo entre a Sonangol e a Cupet (empresa petrolifera cubana) para a exploração de petróleo em dois blocos da zona económica do Golfo do México, pertencente a Cuba.
"Estamos a disposição de continuar a ampliar a cooperação até ao máximo das nossas possiblidades e capacidades de compartilhar e transferir aos nossos irmãos angolanos o conhecimento acumulado no dominio da ciência e técnica que Cuba possui", asseverou.
O embaixador frisou que Cuba sente a solidariedade e o apoio generoso e decidido de Angola na arena internacional, e em todas as ordens que necessitam diantes de importantes desafios e circunstâncias, principalmente em relação a luta para por termo ao bloqueio desumano a que este pais do Caribe é sujeito há mais de 50 anos.
"Se num momento dificil de Angola, Cuba compareceu ao pedido do governo e do MPLA, hoje que Cuba enfrenta a agressão e o bloqueio para nos dobrar e submeter-nos, que se actualiza e modifica o nosso modelo económico, Angola, o seu governo e o MPLA, responderam a nossa solicitação", realçou.
Na ocasião, o diplomata cubano considerou que "a experiência angolana é um feito histórico e actual, que anima e dá confiança a todos os cubanos, para enfrentar a nova etapa de mudanças que inicaram e continuarão sem pressa, mas sem parar".
Assistiram a cerimónia, o ministro dos Antigos Combatentes e Veteranos da Pátria, Kundy Paihama, o ministro da Defesa Nacional, Cândido Pereira Van-Dúnem, o governador de Luanda, Bento Bento, deputados a Assembleia Nacional, membros do corpo diplomático acreditado em Angola, entre outras personalidades.
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Escrito por Kamba de Almeida
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Quinta, 12 Janeiro 2012 08:30 |
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Embaixador chinês considera Angola um dos principais parceiros comerciais
Angola é um dos principais parceiros comerciais da China, a nível de África, uma vez que as trocas comercias entre os dois Estados ultrapassam as expectativas. A afirmação é do embaixador da China em Angola, Gao Kexiang, que prestou declarações à imprensa no final de uma audiência concedida pelo presidente do Tribunal de Contas, Julião António.
Segundo o diplomata, Angola é um parceiro estratégico do seu país e com o qual têm um bom relacionamento, por terem uma história semelhante.
Durante as conversações, disse, foi informado sobre o funcionamento do TC e aproveitou a oportunidade para dar início a um intercâmbio neste sector entre os dois países.
Relativamente à avaliação que faz do Tribunal de Contas, referiu que à semelhança do existente no seu país, este tem um papel muito importante nesta fase de desenvolvimento crucial de Angola.
Os dois países mantêm relações que datam de há 27 anos, com vários estágios na sua caracterização e conheceram um incremento considerável no período pós-conflito no país, ou seja, a partir de 2002.
Desde esta altura, o Executivo angolano procurou sempre manter um nível aceitável nas relações.
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