| Empresariado nacional conta com linha de crédito no valor de USD 1,6 biliões |
|
|
|
| Notícias |
| Escrito por Kamba de Almeida |
| Domingo, 29 Janeiro 2012 11:43 |
|
Empresariado nacional conta com linha de crédito no valor de USD 1,6 biliões
Uma linha de crédito bonificado para o apoio aos empresários nacionais, avaliado em USD 1,6 biliões e um fundo de garantia para empréstimos no valor de 1,2 biliões de dólares vão ser lançados ainda este ano, visando incentivar as iniciativas do empresariado angolano.
De acordo com um comunicado produzido no final do encontro entre o Bureau Político do MPLA e representantes do empresariado nacional, no qual foi abordado o programa de fomento empresarial, realizado quinta-feira, em Luanda, neste período prevê-se também a revitalização do Instituto Nacional de apoio às pequenas e média e medias empresas – INAPEM e a criação de um sistema de incubação de empresas. O comunicado, lido pelo Secretário do Bureau Político para a política Económica e Social do MPLA, Manuel Nunes Júnior, os participantes em encorajaram o Executivo a prosseguir com a aplicação do programa de bonificação das taxas de juro e de concessão de subsídios à agricultura, criar infra-estruturas de preparação e processamento de produtos agrícolas. Os participantes, do encontro orientado pelo Presidente da República, José Eduardo dos Santos, julgam oportuno potenciar e apoiar o surgimento de associações empresariais provinciais, capacitando-as e dotando-as de competência técnica de modo a servirem de elemento aglutinador e organizador da classe empresarial em todo o país.
Defenderam igualmente a criação de mecanismos de concertação permanente entre o executivo e sector privado, no âmbito da implementação do programa do fomento empresarial, a nível central, provincial e local, e definir uma estratégia de internacionalização da economia angolana nos países vizinhos.
Encorajaram o Executivo a reforçar as acções no domínio do ensino técnico profissional com vista ao aumento da capacidade técnica e tecnológica da força de trabalho angolana, sobretudo os jovens e mulheres, permitindo com isso o aumento do emprego.
Por outro lado, exortaram o Executivo a continuar a dar um tratamento equitativo às empresas na regularização dos atrasados da divida pública dos nacionais interna, de modo a capacitar cada vez mais do ponto de vista financeiro as empresas nacionais.
|














