| Actividade privada motor da economia |
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| Notícias |
| Escrito por Kamba de Almeida |
| Domingo, 29 Janeiro 2012 11:46 |
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Actividade privada motor da economia O Executivo angolano pretende fazer reajustes aos instrumentos que conformam a política económica do Estado, de modo a reforçar o papel do sector empresarial privado na economia angolana, disse, quinta-feira, em Luanda, José Eduardo dos Santos, durante um encontro com empresários promovido pela direcção do MPLA.
O encontro decorreu no complexo Futungo II, e teve como principal propósito, segundo o presidente do partido, “avaliar a política que temos seguido até aqui para apoiar o sector empresarial privado e para promover o desenvolvimento da economia real do sector da produção de bens e serviços”. Falando de improviso, pediu a contribuição dos empresários para uma avaliação do que tem sido feito e darem ideias, de modo a tornar mais eficazes os instrumentos jurídicos e procedimentos com vista a aperfeiçoar a política económica. O líder do MPLA afirmou que o Executivo definiu o investimento público como uma “alavanca do crescimento”, mas também quer contar com um empresariado nacional criativo, dinâmico e forte. O Executivo defende o investimento público e a presença do Estado na economia, mas “queremos também aumentar a participação do sector privado”, realçou. O Investimento público em Angola tem sido responsável pelos elevados níveis de crescimento da economia num quadro de crise generalizada em todos os países desenvolvidos. José Eduardo dos Santos disse que a intenção do seu governo é transformar, paulatinamente, o sector privado em “motor da economia nacional”. “Há, portanto, uma grande responsabilidade do sector privado na estratégia do MPLA e do Governo para a edificação da economia de mercado”.
O partido quer inverter o quadro económico marcado pela importação quase absoluta de bens e serviços, onde, segundo dados avançados pelo economista Manuel Nunes Júnior, secretário do bureau político do MPLA para a política económica e social, apenas dois por cento das empresas podem ser consideradas exportadoras e 68 por cento utilizam produtos importados. |














