May 23
Chefe de Estado tem capacidade de criar mecanismos para fiscalização da lei da probidade PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Notícias
Domingo, 21 Março 2010 18:37

Luanda - O Presidente da República como chefe do Executivo tem a capacidade de controlar a aplicação da Lei da Probidade Pública recentemente aprovada pela Assembleia Nacional.

 

Esta afirmação é do ecarregado para os assuntos sociais da Igreja de Jesus Cristo sobre a Terra (Kimbanguista), reverendo Santos Diangani, em entrevista exclusiva a Angop concedida neste sábado.

 

De acordo com o responsável religioso o chefe de estado deve criar mecanismos de controlo da gestão do erário público por parte dos dirigentes nomeados.

 

Segundo o reverendo Santos Diangani, "o maior fiscalizador da lei da probidade pública é o povo, uma vez que os politicos ao serem eleitos para cargos públicos devem escutar as sugestões dos cidadãos".

 

 

"O povo tem o dever de fiscalizar a aplicação da  lei da probidade pública e os que são eleitos tem o poder devem escutá-lo", referiu.

 

Segundo o reverendo Santos Diangani, o Estado angolano é toda a população e todo o cidadão que é nomeado para gerir o erário público deve ser sério e trabalhar pensando no desenvolvimento do país.

 

"Quando vamos a voto devemos eleger os melhores dirigentes do país com vista a melhorar o nivel de vida das populações em todos os dominios como saúde, educação e reconstrução de infra-estruturas", realçou.

 

A Lei de Probidade Pública define um conjunto de normas que consagram deveres, responsabilidades e obrigações aos servidores públicos na sua prestação.

 

Fonte: Angop

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Actualizado em Domingo, 21 Março 2010 18:44