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Angola e Namíbia reforçam mecanismo de combate ao crime na fronteira comum PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administração   
Domingo, 27 Junho 2010 16:55

A quinta reunião ordinária do Comité Técnico Angola/Namíbia, que terminou sexta-feira, na cidade do Namibe, recomendou aos órgãos de especialidade o estabelecimento de mecanismos que neutralizem o crime transnacional.


A reunião, que durou dois dias, avaliou o grau de execução das recomendações saídas do encontro anterior e analisou os crimes transnacionais.


O comité técnico apreciou e aprovou a acta da quarta reunião realizada nos dias 19 e 20 de Junho de 2009, na cidade de Oshakaty, na Namíbia. O comité verificou que houve uma redução de crimes de furto e roubo de viaturas em função das constantes operações conjuntas realizadas pelas forças policiais da região.
 

Recomendou aos órgãos de especialidade, no quadro da cooperação bilateral, o reforço dos mecanismos de intercâmbio de informações, no sentido de consolidar as estratégias de actuação, com o objectivo de prevenir e conter os crimes transfronteiriços.


O comité técnico, refere o comunicado final, verificou com agrado que relativamente ao tráfico ilícito de drogas, armas de fogo e de pedras preciosas não se registou nenhum caso desde o último encontro.

Apesar disso, salienta a nota, está preocupado com a falta de implementação, nas localidades fronteiriças angolanas, do processo de emissão de certificados de travessia para o gado, o que tem provocado sérios constrangimentos aos criadores de ambos países.


O comité recomendou que o assunto seja analisado numa das reuniões da Comissão Mista de Defesa e Segurança Angola/ Namíbia e congratulou-se com “as excelentes relações institucionais” existentes entre as polícias dos dois países.


O delegado provincial do Interior e comandante da Polícia Nacional no Namibe, subcomissário Valmiro da Cruz Verdades, afirmou que a reunião traçou estratégias de actuação que visam prevenir e combater todas acções que, directa ou indirectamente, possam subverter a ordem e tranquilidade públicas.  

 

Fonte: Jornal de Angola 

Actualizado em Domingo, 27 Junho 2010 17:01
 

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