May 18
Chefe de Estado destaca contraposição à crise internacional sem afectar trabalhadores PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Escrito por Kamba de Almeida   
Sábado, 14 Janeiro 2012 12:02

Chefe de Estado destaca contraposição à crise internacional sem afectar trabalhadores

O Presidente da República, José Eduardo dos Santos, assegurou quinta-feira, que o país, atingido também pela crise internacional, tem tomado medidas pertinentes para evitar soluções que afectem o povo trabalhador.

Discursando na cerimónia de cumprimentos de ano novo ao corpo diplomático acreditado em Angola, o Chefe de Estado garantiu que estas medidas visam também criar condições que não excluam nenhum cidadão nacional do processo de mudança e de transformação económica e social do país.

"Iniciámos o ano de 2012 com a esperança de que ele venha a ser melhor do que os precedentes, depois de o mundo ter sido mergulhado numa crise económica e financeira que ainda não foi totalmente superada", augurou.


Entretanto, prosseguiu, surgiu a crise das dívidas soberanas na Europa e há sinais de que poderão aparecer também situações inesperadas em razão das políticas sociais em economias de países emergentes e do aumento dos índices de pobreza em África.


Perante o quadro, o Presidente da República fez votos para que os esforços que estão a ser realizados possam produzir bons resultados e satisfaçam a ansiedade das populações mais vulneráveis.


Apontou a negociação, o diálogo social e a busca do consenso mais alargado possível a trave mestra do desenvolvimento social. "Não tivemos receio de assumir a economia de mercado, ou mais claramente o capitalismo articulado com uma adequada política de justiça social, quando tal via se mostrou necessária para resolver os nossos problemas nesta etapa histórica do desenvolvimento social de Angola", afirmou.

De acordo com o estadista, foram analisadas as forças motoras, o nível e dinamismo dos agentes económicos e sociais e "definimos a estratégia para edificar uma economia que sirva os interesses de Angola e os angolanos".
"Se deixássemos este espaço vazio, outras forças, sobretudo estrangeiras, poderiam orientá-lo com outros pressupostos e fins", exprimiu.


Fundamentou que os resultados mostram que não foi feita uma opção errada, pois o país está a avançar e a vida dos angolanos também está a melhorar progressivamente.


Lembrou que o Programa de Investimento Público (PIP) triplicou em quatro anos, os índices de pobreza estão a baixar, o emprego está a aumentar, os índices de desenvolvimento estão a melhorar, o Produto Interno Bruto 'per capita' subiu do equivalente em dólares a três mil e oitocentos em 2005 para 8300 em 2009. "Então, há que continuar, para melhorar ainda mais o bem-estar dos angolanos, aumentando o acesso à educação, à saúde, à habitação, ao emprego, à energia e à água", disse.

Deste modo, o Presidente José Eduardo dos Santos realçou que "julgamos estar no bom caminho e em vias de dar a adequada solução a todas essas questões, com a participação da Administração Pública, do sector privado e da sociedade civil".

 

Comentários  

 
0 #1 jamessteve 2012-01-16 21:15
este homem nao passa de um analfabeto ideologico,psic opata,nojento,c arniceiro,venen oso,bruxo,kifum bi,sanguinario, vc e a sua tribo teem os dias contados,Lord God not sleeping.you will see.devil.
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